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Asfalto do DIC Nova Prata está na reta final

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“É um trabalho que vem sendo feito há um bom tempo e que tem demandado muito diálogo, à medida que esta parceria entre o Município e os empresários foi a solução encontrada para dar fim aos problemas de alagamentos no período das chuvas, além, é claro, do desconforto da poeira no período de seca”, comenta o prefeito Ari Lafin, que verificou o andamento da obra nesta quinta-feira (10 de novembro).  O gestor destacou ainda o quanto a indústria é fundamental para a geração de empregos e o fortalecimento do comércio sorrisense, contribuindo de maneira intensa para o aprimoramento da economia sorrisense.

O DIC Nova Prata foi liberado ainda em 1998 e o DIC Leonel Bedin, em 2007, quando as regras para liberação de loteamentos ainda não previam a obrigação de entregar estas áreas com asfalto e drenagem pluvial. Entre os entraves mais desafiadores do processo, está a dificuldade em conseguir a adesão de 100% dos proprietários. Só para se ter uma ideia, as negociações para trocar o marrom da terra pelo cinza do asfalto no Nova Prata começaram ainda em 2017, com o apoio da concessionária Intervias.

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Dados obtidos junto à Semcid mostram que 75% da empreitada já foi executada e no sábado (12), as máquinas devem roncar novamente para aplicar material asfáltico em mais um trecho, permitindo assim que o Nova Prata já esteja asfaltadinho até o primeiro trimestre de 2023.

“Agradecemos muito esta parceria com os empresários e seguimos  à disposição para contribuir, sempre dentro da legalidade, para o desenvolvimento de todos os ramos econômicos, como, neste caso específico a indústria”, pontua o secretário de Desenvolvimento Econômico de Sorriso, Claudio Oliveira.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Disputa entre Moraes e Mendonça abre nova crise dentro do STF

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A crise provocada pelas investigações relacionadas ao Banco Master ganhou uma nova dimensão dentro do Supremo Tribunal Federal. Segundo informações de bastidores, uma ala de ministros avalia que a decisão de Alexandre de Moraes de pedir a abertura de investigação contra André Mendonça por suposto abuso de autoridade acabou levando o conflito para dentro da própria Corte.

A leitura entre magistrados próximos a Mendonça é de que Moraes estaria tentando colocar diferentes episódios no mesmo contexto para conquistar apoio interno e ampliar a blindagem em torno dos ministros citados nas investigações relacionadas ao caso.

Para esse grupo, porém, as situações envolvendo Mendonça e Moraes não seriam equivalentes.

Inquérito das fake news provoca incômodo

Outro ponto que teria causado desconforto foi a escolha do inquérito das fake news como instrumento para reagir às acusações feitas contra Moraes.

O procedimento, que tramita há anos no STF, é alvo de questionamentos internos e já vinha sendo discutido como um processo que deveria ser encerrado.

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A decisão de Moraes também teria surpreendido integrantes da Corte. Segundo os relatos, ministros esperavam que as acusações apresentadas contra ele fossem esclarecidas diretamente, sem que outros integrantes do Supremo fossem envolvidos no embate.

Banco Master amplia pressão sobre ministros

O episódio ocorre em meio ao avanço das investigações sobre as relações entre autoridades e pessoas ligadas ao Banco Master.

Na decisão, Moraes menciona relatórios de inteligência da Polícia Federal que, segundo ele, apontariam para uma suposta tentativa de direcionamento de provas contra ministros do STF.

Entre os nomes citados estão o próprio Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques.

O caso também envolve informações sobre familiares de ministros e pessoas ligadas ao sistema financeiro. Moraes, por sua vez, passou a ser alvo de questionamentos após a divulgação de informações sobre pagamentos feitos pelo Banco Master ao escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes.

Impeachment entra novamente no debate

A crise também reacendeu a discussão sobre pedidos de impeachment de ministros do Supremo.

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Aliados de André Mendonça lembram que Alexandre de Moraes é o ministro que concentra o maior número de pedidos de impeachment protocolados no Senado, enquanto Mendonça aparece com apenas um.

O tema ganhou força depois de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reconhecer que não considera normal a existência de mais de uma centena de pedidos de impeachment contra integrantes do STF.

Apesar da pressão da oposição e de aliados do senador Flávio Bolsonaro, integrantes próximos à presidência do Senado avaliam que, neste momento, a possibilidade de abertura de um processo contra Moraes continua praticamente inexistente.

A disputa, porém, expõe uma situação cada vez mais delicada: o caso Banco Master deixou de ser apenas uma investigação com repercussões individuais e passou a provocar fissuras políticas e institucionais dentro do próprio Supremo.

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