Rondonópolis

Construtora libera novo lote de contratos do Celina Bezerra

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A secretária de Habitação e Urbanismo, Huani Rodrigues, se reuniu novamente com a comissão de moradores dos empreendimentos residencial Celina Bezerra para anunciar uma nova etapa do processo de documentação dos imóveis. A construtora responsável pela execução da obra encaminhou a documentação do condomínio 2 do Celina Bezerra para o cartório.

Com esse novo passo são mais 288 apartamentos que terão o registro em cartório para que seja liberado para assinatura do contrato entre a pessoa sorteada e o Banco do Brasil. Conforme informado recentemente pela Habitação do município, a documentação do condomínio 1 já está de posse do cartório para elaborar a documentação.

A comissão que representa os sorteados para ocupar uma das moradias do Celina Bezerra aproveitou a reunião que aconteceu no loteamento para adentrar e conhecer melhor uma das unidades. Mesmo ainda esperando a data para fazer a mudança, os sorteados não esconderam a alegria de entrar no prédio e alguns até se emocionaram ao visitar o apartamento decorado.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis

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Rondonópolis

STF retira tornozeleira de empresária de Rondonópolis condenada pelos atos de 8 de janeiro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a retirada da tornozeleira eletrônica da empresária Bruna Cristina Zaramella, moradora de Rondonópolis e condenada pela participação nos atos de 8 de janeiro. A decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes e publicada na terça-feira (11).

A retirada do equipamento, no entanto, não significa o fim das medidas cautelares impostas à empresária. Moraes manteve a apreensão do passaporte, a suspensão do registro e do porte de arma de fogo e a proibição de deixar o país.

Segundo a decisão, a medida foi autorizada após serem identificadas falhas no funcionamento da tornozeleira eletrônica, além de dificuldades relacionadas ao carregamento do equipamento.

Ao analisar o caso, o ministro considerou que Bruna vinha cumprindo as determinações impostas pelo STF, mesmo diante dos problemas apresentados pelo dispositivo de monitoramento.

Com a decisão, a empresária deixa de ser monitorada por tornozeleira eletrônica, mas continua submetida às demais restrições determinadas pela Corte.

Bruna Zaramella foi condenada no âmbito das ações relacionadas aos atos de 8 de janeiro, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.

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