Mato Grosso

Envolvido em furto à agência bancária em Cuiabá é preso pela Polícia Civil

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A Polícia Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), prendeu, no fim da tarde desta terça-feira (25.10), um dos suspeitos de participação no furto a uma agência de cooperativa de crédito, em Cuiabá.

O furto à instituição financeira foi comunicado à GCCO na terça-feira e, imediatamente, iniciou a apuração para chegar aos responsáveis pelo crime.

Funcionários relataram que ao chegarem para trabalhar, perceberam que havia um buraco na parede dos fundos da agência e acionaram a empresa de segurança e a polícia. Criminosos arrombaram duas paredes da agência, localizada na Avenida Carmindo de Campos, para ter acesso à lateral do cofre.

Diligências

As primeiras informações apuradas pela GCCO apontam que no dia anterior ao furto, uma pessoa, em uma motocicleta, parou em frente à agência bancária e tirou fotos do local.

Outras informações colhidas durante as diligências levaram os investigadores à identificação de um dos suspeitos de participar do furto, que estava em posse de uma motocicleta, exatamente a mesma visualizada nas câmeras nas imediações do banco furtado. Durante a abordagem, o suspeito, de 27 anos, não esboçou nenhum tipo de reação. Porém, quando percebeu que seria preso, começou a se debater dentro da viatura dizendo que seria inocente e que não tinha nada a ver com o furto.

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A GCCO já estava investigando o suspeito após receber uma denúncia de que ele havia adquirido as ferramentas utilizadas na prática de furtos em caixas eletrônicos. A unidade da Polícia Civil apura ainda a participação dele em outros dois furtos ocorridos no último final de semana, em agências localizadas na Avenida Getúlio Vargas e na Avenida Rubens de Mendonça, ambas em Cuiabá.

A investigação prossegue para apurar e identificar os demais envolvidos no furto à cooperativa de crédito e nas tentativas a duas agências do Banco do Brasil.

“O suspeito foi conduzido à sede da GCCO e autuado pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa. Destacamos que a GCCO continua com as diligências para chegar aos demais integrantes do grupo criminoso que pode ter envolvidos com os outros furtos registrados no fim de semana”, explicou o delegado titular da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.

Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.

Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.

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Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.

Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.

As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.

Nome da operação

O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.

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Fonte: Governo MT – MT

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