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Polícia Civil recupera em Confresa celular furtado poucas horas depois do crime

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Policiais civis da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), identificaram e prenderam em flagrante o autor de um furto, ocorrido na quarta-feira (19.10). O aparelho celular da marca Samsung subtraído no crime foi recuperado.

A vítima de 55 anos procurou a Delegacia de Confresa, informando que estava no pátio do posto de combustível fazendo o jantar ao lado do seu caminhão, e deixou o celular sobre a mesa, quando um indivíduo pegou o celular e saiu correndo.

O comunicante relatou que visualizou o suspeito fugindo, e ainda correu atrás dele, mas não conseguiu alcançá-lo. A vítima do furto descreveu as características físicas e vestes do suspeito, e os policiais civis passaram a diligenciar.

Durante investigação na região do Setor Vila Nova, a equipe encontrou um indivíduo com as características em um bar. Ato contínuo foi realizada a abordagem e apreendido o celular furtado.

O suspeito de 35 anos foi conduzido, interrogado e preso em flagrante delito. Após a confecção dos autos, ele foi colocado à disposição da Justiça.

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Fonte: PJC MT

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Polícia investiga transações de mais de R$ 1 milhão em entidade do agro

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A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Mandato Espúrio, que investiga supostas irregularidades na administração do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT). Segundo a investigação, movimentações financeiras consideradas suspeitas ultrapassam R$ 1 milhão.

Entre os principais alvos está o produtor rural Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado estadual e novamente candidato à Assembleia Legislativa. A investigação apura, em tese, possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica envolvendo a antiga direção da entidade.

Ao todo, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, em Cuiabá, além de medidas para bloquear contas bancárias e suspender os acessos dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

A entidade é tratada como vítima no procedimento e, segundo a Polícia Civil, tem colaborado com as investigações.

Movimentações sob suspeita

De acordo com a apuração conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, as suspeitas estão relacionadas a atos de gestão e movimentações financeiras realizadas durante uma disputa pela representação legal do instituto.

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A investigação aponta que um ex-dirigente teria realizado operações financeiras mesmo após um acordo homologado judicialmente e uma decisão que restringia sua atuação à frente da entidade.

Entre os indícios analisados estão alterações no estatuto, a disputa interna pelo comando do instituto, acordos judiciais e movimentações patrimoniais destinadas a pessoas físicas e empresas ligadas à administração da época.

Uma das transações investigadas teria movimentado quase R$ 774 mil, com valores destinados a uma conta pessoal e a uma empresa pertencente ao então diretor executivo do instituto.

Outra operação, de R$ 270 mil, teria como destino um escritório de advocacia.

Somadas, as movimentações sob investigação ultrapassam R$ 1 milhão.

Acessos bancários bloqueados

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de contas e a suspensão ou desativação de credenciais eletrônicas, tokens, certificados digitais, assinaturas eletrônicas e outros mecanismos utilizados pelos investigados para acessar as contas do IMAFIR-MT.

Com a medida, eles ficam impedidos de realizar ou autorizar pagamentos, transferências, Pix, aplicações, resgates e demais operações bancárias em nome da entidade.

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Investigação continua

A Polícia Civil apreendeu documentos, computadores, celulares e registros contábeis que poderão ajudar a esclarecer como foram realizadas as contratações, quem autorizou as operações financeiras e qual foi a destinação dos recursos.

O material será submetido à análise e perícia. A investigação deverá prosseguir até a conclusão do inquérito, quando a Polícia Civil avaliará a existência de elementos suficientes para eventual indiciamento dos envolvidos.

As suspeitas ainda são objeto de investigação, e os investigados têm direito à presunção de inocência.

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