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Outubro Rosa: Campanha para arrecadar cabelos e lenços segue até dia 27

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Durante a campanha “Outubro além do rosa – cuide-se o ano todo”, a equipe de saúde do Ambulatório Médico do Tribunal de Justiça de Mato Grosso está arrecadando cabelos, lenços e turbantes. As doações serão destinadas ao Instituto de Tratamento do Câncer (ITC), que fará a distribuição às mulheres que fazem tratamento contra o câncer de mama. O objetivo da iniciativa é promover o bem-estar e elevar a autoestima das pacientes.
 
Os locais dos pontos de coleta foram pensados para facilitar a arrecadação tanto para o público interno quanto externo.
 
Os itens serão recebidos até o dia 27 de outubro nos pontos de coleta situados no Tribunal de Justiça, na Recepção Central, Ambulatório, Restaurante, Recepção do Anexo António Arruda, Programa Bem Viver, Academia e Escola dos Servidores e no Fórum de Cuiabá, Recepção Central, Ambulatório e Academia.
 
A partir desta segunda-feira (3 de outubro) a equipe de saúde do Ambulatório Médico do Tribunal de Justiça inicia a campanha de doação de cabelos, lenços e turbantes. A arrecadação será destinada ao Instituto de Tratamento do Câncer (ITC), que fará a distribuição às pacientes com câncer de mama. A ação ocorre até o dia 27 de outubro e integra a campanha “Outubro além do Rosa – cuide-se o ano todo”. Os pontos de coleta serão no Tribunal de Justiça e nos fóruns de Cuiabá e de Várzea Grande.
 
 
De acordo com a coordenadora do Ambulatório Médico do TJ, Alessandra Medina, o tratamento do câncer de mama tem vários efeitos colaterais, daí a importância da campanha. “Além da parte psicológica sabemos que a questão da autoestima está diretamente ligada, principalmente porque ocorre a queda de cabelo. Nos preocupamos com a qualidade de vida e quando a gente fala em qualidade de vida não tem como deixar de mencionar a autoestima da mulher. Por isso resolvemos fazer essa campanha, que vai fazer a diferença na vida de muitas mulheres.”
 
Pontos de coleta:
 
Tribunal de Justiça – Recepção Central, Ambulatório, Restaurante, Recepção do Anexo António Arruda, Programa Bem Viver, Academia e Escola dos Servidores.
 
Fórum de Cuiabá: Recepção Central, Ambulatório e Academia.
 
 
Fórum de Várzea Grande: Somente no dia 4 de outubro – Recepção Central e Ambulatório.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Médica é condenada a 3 anos por atropelar e matar verdureiro em Cuiabá

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A Justiça de Mato Grosso condenou a médica Letícia Bortolini a três anos e dois meses de prisão, em regime inicial aberto, pelo atropelamento que matou o verdureiro Francisco Lúcio Maia, de 48 anos, em abril de 2018, na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.

A sentença foi proferida pelo juiz Moacir Rogério Tortato, da 10ª Vara Criminal da Capital, que concluiu que a médica dirigia sob efeito de álcool, em velocidade de 101 km/h, e deixou o local sem prestar socorro à vítima. Além da pena privativa de liberdade, ela teve a Carteira Nacional de Habilitação suspensa por quatro meses e 20 dias.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Letícia retornava de uma festa open bar acompanhada do marido quando atingiu Francisco, que atravessava a avenida. Com o impacto, o verdureiro foi arremessado por vários metros, atingindo um poste de concreto e uma árvore às margens da via.

Na decisão, o magistrado destacou que boletim de ocorrência, laudos periciais, imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e o interrogatório da própria ré demonstram que ela conduzia o veículo com a capacidade psicomotora alterada pelo consumo de álcool e em velocidade acima da permitida.

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A defesa sustentou que a vítima atravessava a avenida fora da faixa de pedestres e que isso teria sido a causa do acidente. O argumento, no entanto, foi rejeitado pelo juiz. Conforme a sentença, as imagens mostram que Francisco já deixava a pista de rolamento e não realizou qualquer movimento repentino que pudesse justificar o atropelamento.

O magistrado também ressaltou que Letícia tinha condições de perceber o acidente e deveria ter permanecido no local para prestar socorro e acionar os serviços de emergência, o que não ocorreu.

Apesar da condenação, a Justiça autorizou que Ministério Público e defesa retomem negociações para um eventual Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), desde que o pedido seja apresentado antes do trânsito em julgado da sentença.

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