Tribunal de Justiça de MT

Núcleo da Justiça Restaurativa organiza encontro para profissionais da Educação

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O Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), do Tribunal de Justiça, presidido pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), realiza o Encontro pela Justiça Restaurativa na Educação, para 90 profissionais das redes estadual e municipal de Educação de Cuiabá e Várzea Grande.
 
O evento, no dia 25 de novembro, das 14h às 17h, é aberto também para servidores e servidoras do Judiciário mato-grossense, para facilitadores e para quem está em formação em Círculos de Construção de Paz.
 
O objetivo do encontro, organizado pela gestora-geral do NugJur, Euzeni Paiva de Paula, é o de sensibilizar e difundir a implantação da Justiça Restaurativa na rede de proteção, especialmente na educação pública, dos dois municípios. O tema do encontro vai ser desenvolvido pelo desembargador Leoberto Brancher, coordenador do Núcleo da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).
 
O evento, na Semana Restaurativa do Brasil 2022, vai ser na Escola dos Servidores, na sede do Tribunal de Justiça.
 
Outras informações pelo telefone (65) 3617 3617, ou pelo e-mail: [email protected].
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: arte colorida, com fundo verde oliva, com o nome do Encontro pela Justiça Restaurativa na Educação. As letras são brancas e em amarelo. o cartaz também é ilustrado na parte direita com figuras de livros lápis para colorir, uma maça verde e um globo terrestre, além da foto do palestrante, o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Perri diz que ‘vale-peru’ foi dado para compensar ‘esforço desumano’ de servidores

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, defendeu enfaticamente o pagamento do “vale-peru” de R$ 8 mil concedido em dezembro a todos os servidores da Corte estadual. Perri destacou que o TJ foi reconhecido com o “Selo Ouro”, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais que se destacam em governança e transparência.

 

“O Tribunal de Mato Grosso foi, mais uma vez, selo ouro. A intenção (do auxílio-alimentação) foi bonificar, gratificar, premiar o esforço desumano dos servidores na obtenção do selo, na produtividade que eles alcançaram”, afirmou o desembargador na última sexta-feira, 7, a sites noticiosos de Cuiabá. Ao Estadão, Perri confirmou o teor de suas declarações.

 

O “vale-peru” foi concedido em dezembro pela então presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino Silva. Ela liberou R$ 8 mil a todos os funcionários administrativos e R$ 10 mil aos juízes. A medida provocou forte reação e críticas, inclusive do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que mandou servidores e juízes de Mato Grosso devolverem o penduricalho.

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Os juízes, segundo Orlando Perri, já atenderam a determinação do ministro. Os servidores, por sua vez, se insurgiram e decidiram ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do sindicato da categoria, para não terem que devolver o dinheiro. Eles alegam que agiram de “boa-fé”.

 

Orlando Perri é um dos desembargadores mais experientes e respeitados de Mato Grosso. Ele ingressou na magistratura em 1983. Perri já presidiu o tribunal entre 2013 e 2014. Também exerceu as funções de corregedor-geral e vice-presidente. Entre 1999 e 2000 presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no Estado.

 

O desembargador avalia que Clarice “não agiu de má fé”. Para ele, a desembargadora apenas adotou o mesmo expediente de outros tribunais. “Querem sacrificar apenas o tribunal de Mato Grosso? Outros tribunais também deram o bônus.”

 

Perri disse que a colega de toga agiu “na maior boa fé, tomando como exemplo outros tribunais que bonificaram seus servidores por sua produtividade”.

 

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