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Escola Superior da Magistratura abre inscrições para curso internacional de prevenção às drogas

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A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis/MT) está ofertando, na modalidade ensino a distância (EAD), o ‘Curso internacional de prevenção ao uso de drogas nas escolas e comunidades’. As aulas foram gravadas em 2022, totalmente adaptada para a realidade brasileira e têm como objetivo capacitar profissionais e voluntários sobre assuntos de extrema relevância quando o tema é a prevenção às drogas. Inscrições pelo site www.cursodeprevencao.com.br
 
 
O curso é gratuito e voltado para profissionais da educação e pais, como o objetivo de ajudar os participantes a desenvolverem atividades e intervenções práticas que possam prevenir o uso nocivo de drogas lícitas e ilícitas nas escolas e comunidades, baseado em evidências científicas e na realidade do país.
 
A formação é composta de 24 módulos apresentados em 26 horas aulas com uma avaliação ao final. Todo o conteúdo é baseado nos seguintes alicerces: evidências científicas, identificação e percepção, customização e identificação.
 
São 11 aulas em vídeo de 40 minutos cada, com exercícios práticos após cada aula e ainda suporte pelo WhatsApp. Os participantes aprovados recebem certificação internacional Institute for Research and Development (Utrip), International Society of Substance Use Professional (Issup) Brasil e Esmagis-MT.
 
A capacitação é uma parceria entre a Esmagis-MT, ONG Freemind Espírito de Unidade, instituto Cruz Azul no Brasil, Issup e Utrip.
 
Conheça o conteúdo programático abaixo:
 
1: Pré-teste – Conhecimento
3- Instrumento 2: Pré-teste – Crenças
4- Módulo 1: Introdução a Ciência e a Prática
5- Módulo 2: Noções básicas de Ciência e Prática de Prevenção (Parte 1)
6- Módulo 3 – Noções básicas de Prevenção Escolar (Parte 2)
7- Módulo 4 – Prevenção nas Escolas
8- Módulo 5 – Estratégias de Prevenção Ambiental
9- Módulo 6 – Prevenção Comunitária
10- Módulo 7 – Estrutura de Prevenção no nível da Escola
11- Módulo 8 – Monitoramento e Avaliação
12- Módulo Bônus – Aconselhamento Breve – Espiritualidade na Prevenção
13- Instrumento 1 – Pós Teste – Conhecimento
14- Como prevenir as drogas nas Escolas – Dr. Augusto Cury
15- Como falar com as crianças e adolescentes sobre Drogas?
16- Painel: ‘Familia: Fortalecimento dos Fatores Protetores
17- Prevenção – Trabalho de Prevenção no Município – Dra Ana Cecilia Roseli Marques
18- Painel Dependência digital
19- Painel Justiça – Como usá-la a favor da Prevenção
20- Prevenção comunitária – Definindo a Cena
21- Prevenção comunitária – Avaliando a Situação/Necessidades
22- Prevenção comunitária – Construindo a equipe da Comunidade
23- Prevenção comunitária – Planejamento, Implementação e Avaliação de Intervenções
24- Instrumento 2 Pós Teste – Crenças
 
Mais informações pelo e-mail [email protected] e pelo telefone 3617-3844.
 
Johnny Marcus
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Perri diz que ‘vale-peru’ foi dado para compensar ‘esforço desumano’ de servidores

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, defendeu enfaticamente o pagamento do “vale-peru” de R$ 8 mil concedido em dezembro a todos os servidores da Corte estadual. Perri destacou que o TJ foi reconhecido com o “Selo Ouro”, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais que se destacam em governança e transparência.

 

“O Tribunal de Mato Grosso foi, mais uma vez, selo ouro. A intenção (do auxílio-alimentação) foi bonificar, gratificar, premiar o esforço desumano dos servidores na obtenção do selo, na produtividade que eles alcançaram”, afirmou o desembargador na última sexta-feira, 7, a sites noticiosos de Cuiabá. Ao Estadão, Perri confirmou o teor de suas declarações.

 

O “vale-peru” foi concedido em dezembro pela então presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino Silva. Ela liberou R$ 8 mil a todos os funcionários administrativos e R$ 10 mil aos juízes. A medida provocou forte reação e críticas, inclusive do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que mandou servidores e juízes de Mato Grosso devolverem o penduricalho.

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Os juízes, segundo Orlando Perri, já atenderam a determinação do ministro. Os servidores, por sua vez, se insurgiram e decidiram ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do sindicato da categoria, para não terem que devolver o dinheiro. Eles alegam que agiram de “boa-fé”.

 

Orlando Perri é um dos desembargadores mais experientes e respeitados de Mato Grosso. Ele ingressou na magistratura em 1983. Perri já presidiu o tribunal entre 2013 e 2014. Também exerceu as funções de corregedor-geral e vice-presidente. Entre 1999 e 2000 presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no Estado.

 

O desembargador avalia que Clarice “não agiu de má fé”. Para ele, a desembargadora apenas adotou o mesmo expediente de outros tribunais. “Querem sacrificar apenas o tribunal de Mato Grosso? Outros tribunais também deram o bônus.”

 

Perri disse que a colega de toga agiu “na maior boa fé, tomando como exemplo outros tribunais que bonificaram seus servidores por sua produtividade”.

 

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