POLÍTICA NACIONAL

TV Senado faz 30 anos com novidades e sessão especial no Senado

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Aproximar o cidadão do Parlamento. Esse é o principal objetivo da TV Senado, que completou 30 anos em 5 de fevereiro. Para marcar a data, o Senado realiza na próxima quarta-feira (11), às 10h, uma sessão especial em homenagem à emissora legislativa. As comemorações também incluem novidades na programação e na sua identidade visual, lançadas neste mês, já de olho nas transformações tecnológicas da TV 3.0.

A sessão foi solicitada pelo vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes (PL-TO), autor do Requerimento 32/2026, e deve reunir parlamentares, servidores e profissionais que ajudaram a construir a emissora ao longo dessas três décadas.

Entre as novidades previstas para o ano comemorativo estão o reforço das transmissões ao vivo entre plenários e comissões, maior integração entre jornalismo e cobertura legislativa e presença simultânea na TV e nas plataformas digitais, aponta o diretor da TV Senado, Érico da Silveira:

— Quando falamos de conteúdo, a transmissão ao vivo do Plenário é o nosso futebol. Os plenários ao vivo do Senado chegam ao cidadão com mais informação, mais contexto, mais jornalismo e mais quente, como um repórter à beira do campo — comparou.

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TV 3.0

Em 2026 a emissora pretende ampliar as formas de distribuição de seu conteúdo. Entre as iniciativas estão o início dos testes de transmissão no padrão TV 3.0, o lançamento de edital para uma plataforma de streaming própria e a realização de uma chamada pública para plataformas e canais interessados em distribuir a programação da TV Senado.

As novas tarjas e elementos visuais foram reorganizados para facilitar a circulação de conteúdos em diferentes plataformas, permitindo cortes mais ágeis para redes sociais, melhor leitura em telas menores e maior integração com formatos digitais. 

O diretor da TV Senado afirma que a emissora vive um momento de transformação justamente quando completa três décadas. Segundo ele, a TV Senado chegou à “versão 3.0”, em referência tanto ao novo padrão tecnológico da televisão quanto à ampliação da presença digital da emissora.

— A gente tem brincado um pouco com os números: nos 30 anos, estamos na versão 3.0! Não é só para marcar o início das transmissões experimentais do novo padrão de TV aberta do Brasil. Ser 3.0 é ser digital, na forma e no conteúdo, para ver ao vivo ou depois, em todas as telas e mídias dos nossos tempos — disse à Agência Senado.

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Redes sociais

A presença digital da emissora também tem crescido. No momento em que completa três décadas, a TV Senado acaba de atingir 500 mil seguidores no Instagram.

— Nossa presença digital nas redes sociais: são 1,8 milhão de inscritos no YouTube, meio milhão no Instagram e 480 mil no TikTok — acrescenta o diretor.

Atualmente, por meio da rede e do programa Digitaliza Brasil, o sinal da TV Senado chega a mais de 1,6 mil municípios brasileiros na TV aberta.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Teresa Leitão defende soberania nacional sobre minerais críticos e terras-raras

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A senadora Teresa Leitão (PT-PE) defendeu, nesta terça-feira (19) a aprovação do projeto de lei que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PL 2.780/2024). Durante seu pronunciamento no Plenário, a parlamentar afirmou que o Brasil precisa transformar suas reservas minerais em instrumento de desenvolvimento tecnológico, industrialização e soberania nacional diante da disputa internacional por terras-raras e minerais estratégicos.

De acordo com Teresa, o país ocupa posição privilegiada no cenário global por possuir uma das maiores reservas de terras-raras do mundo. Ela afirmou que o debate vai além da mineração e envolve segurança energética, inovação tecnológica e autonomia econômica.

— Estamos legislando sobre a capacidade de o Brasil decidir sobre seus próprios recursos naturais e de garantir que as riquezas nacionais beneficiem o povo brasileiro. Em um cenário de intensa disputa global por minerais essenciais à transição energética e às tecnologias de ponta, países que detêm reservas minerais passaram a ocupar lugar central nas cadeias produtivas e nas relações geopolíticas — disse.

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A parlamentar também afirmou que o país não pode repetir modelos baseados apenas na exportação de matéria-prima sem agregação de valor. Segundo ela, a exploração dos minerais estratégicos deve estar associada à geração de empregos qualificados, fortalecimento da indústria nacional e desenvolvimento científico.

— O Brasil não pode repetir um modelo histórico baseado apenas na exportação de matéria-prima bruta, com baixo valor agregado e pouca capacidade de transformação industrial. Fazer isso significaria abrir mão de empregos qualificados, inovação tecnológica, arrecadação e desenvolvimento nacional — lembrou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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