POLÍTICA NACIONAL

Senado homenageia Divaldo Franco com um minuto de silêncio

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O Plenário do Senado fez um minuto de silêncio, nesta quarta-feira (14), em homenagem ao líder religioso Divaldo Franco, falecido na noite da terça-feira (13) aos 98 anos. Também foi aprovado voto de pesar requerido pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), que afirmou que Divaldo era “o maior líder e trabalhador da doutrina espírita depois de Chico Xavier e do Dr. Bezerra de Menezes”. 

Nascido em 5 de maio de 1927, Divaldo Franco fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em 1947 e, em 1952, a Mansão do Caminho, entidade de assistência social a pessoas carentes, na Bahia. Ele é considerado um dos maiores divulgadores da doutrina espírita.

— Divaldo Pereira Franco encerrou sua última existência aos 98 anos, de forma vitoriosa não apenas em função da obra social Mansão do Caminho, lá em Salvador, mas porque ele acolheu, educou, adotou milhares de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. (…) Eu tive a oportunidade de conversar, em momentos difíceis da minha vida, várias vezes, com Divaldo Franco, que foi como um farol, um verdadeiro pai, além da honra de participar da produção do filme de sua vida (…) Só para lembrar: médium, educador, orador, humanista e pacifista, Divaldo dedicou mais de sete décadas à divulgação da doutrina espírita e à promoção do bem — afirmou Girão. 

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Segundo o senador, Divaldo fez cerca de 20 mil conferências, em 71 países, e publicou diversos livros sobre a doutrina, sendo traduzido para várias línguas e recebeu, em 2005, o título de embaixador da paz no mundo pela Ambassade Universelle pour la Paix, em Genebra, na Suíça. Girão acrescentou que Divaldo era compromissado com a paz e a fraternidade universais

Os senadores Paulo Paim (PT-RS) e Chico Rodrigues (PSB-RR) também prestaram homenagem ao religioso. O senador por Roraima, que presidia a sessão, disse que a obra de Divaldo “é indelével, é inesquecível e, obviamente, vai ficar para a história”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Escrita afetuosa feminina é tema da 1ª roda de conversa do Senado em 2026

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Visões complementares de muitas vidas femininas agregadas em uma única publicação. Esse foi o tema da primeira roda de leitura realizada pela Biblioteca do Senado em 2026.

O debate foi sobre o livro Gradiente – histórias de escrita afetuosa, que reúne crônicas, poemas e contos de 22 autoras de diferentes regiões do país.

A roda de conversa contou com a presença de duas autoras presentes na obra: as jornalistas Paola Lima, atual diretora da Agência Senado, onde atua há mais de 15 anos, e Isabel Guedes, com atuação nas áreas de comunicação institucional e publicidade.

O livro reúne narrativas femininas diversas, com múltiplas perspectivas sobre vivências, sentimentos e formas de estar no mundo, valorizando experiências muitas vezes invisibilizadas. Desse modo, propõe reflexões sobre identidade, relações e o papel da mulher na sociedade contemporânea.

A escrita afetuosa enfatiza a escuta, a sensibilidade e a expressão baseada na experiência pessoal. Convida a trazer a verdade para dentro do texto, fazendo com que a leitura pareça uma conversa íntima ou um abraço. Em vez de palavras inatingíveis ou puramente informativas, o foco é colocar sentimentos no papel de forma que o leitor sinta e se emocione.

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— É uma experiencia de sororidade. A escrita afetuosa alcança a alma do outro — opinou a biblioteconomista Maria Helena Freitas.

Paola Lima destacou que a obra reuniu mulheres de perfis diferentes de várias regiões do país. Segundo ela, o termo gradiente do título traduz a gradação de vários tons de intimidade e profundidade que se encontram nos textos.

Isabel Guedes avaliou que a escrita afetuosa possui camadas mais profundas e diferentes daquelas que se encontram comumente no processo de escrita literária, sem técnica específica, mas com profundo foco em sentimentos.

O debate contou com a participação maciça de mulheres. No meio da conversa, porém, o servidor Rogério Bernardes questionou:

— Como ficam os homens diante da escrita afetuosa feita por mulheres?

Segundo ele, os homens estão acostumados à escrita praticada por outros homens, e seria muito interessante que aprofundassem o contato com a atividade literária feminina, mesmo diante de uma certa resistência em participar desse universo mais afetuoso.

A servidora Daniela Mendes agradeceu a todos os participantes da roda de conversa e disse que a ideia é realizar novos encontros nesse formato pelo menos uma vez por mês.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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