POLÍTICA NACIONAL

Presidente do Senado defende engajamento político dos jovens

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebeu nesta quinta-feira (21) os 27 estudantes que participam da edição de 2025 do Programa Jovem Senador. Ele destacou a importância da juventude no fortalecimento da democracia e na defesa das instituições.

— Vocês serão fundamentais para mostrar que a política é o único caminho de transformação social — afirmou. 

A jovem Keyla Adssa Barbosa de Oliveira, do Rio Grande do Norte, eleita presidente da Mesa Diretora no âmbito do Programa Jovem Senador, enfatizou a representatividade feminina na edição.

— É uma honra representar não só os jovens senadores, mas também os jovens potiguares e, principalmente, as meninas, já que esta edição é marcada por uma maioria feminina [dos 27 participantes, 21 são alunas] — declarou ela.

O professor Christoffer Carvalho Medeiros, que acompanha a delegação do Rio Grande do Norte, também salientou o caráter formativo da iniciativa. 

— É uma experiência incrível que democratiza o acesso ao conhecimento político e valoriza o trabalho desenvolvido na escola — afirmou ele.

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Multiplicadores

Davi lembrou que esta edição do programa registrou um recorde de participação, com 4,2 mil escolas inscritas e mais de 160 mil redações enviadas. 

Para ele, esses 27 estudantes terão o papel de multiplicar a mensagem de que a política é o instrumento capaz de mudar a realidade das pessoas e construir um país mais justo.

Representatividade feminina 

A jovem senadora Keyla de Oliveira assumiu a presidência da Mesa Diretora ao lado de Darliane Crislaine Lima da Silva, de Alagoas, que foi escolhida como a vice-presidente.

Keyla ressaltou o orgulho de ser a sétima mulher a ocupar esse posto — e em uma edição com maioria feminina.

Vivência Legislativa 

Os jovens senadores tomaram posse na segunda-feira (18), em sessão conduzida pelo senador Paulo Paim (PT-RS). 

A solenidade marcou o início da Semana de Vivência Legislativa, período em que os estudantes conhecem o funcionamento do Parlamento in loco, além de apresentarem e debaterem projetos de lei sobre temas de interesse da sociedade. 

Neste ano, o foco é a crise climática e a preservação ambiental. 

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O programa

O Programa Jovem Senador é uma ação institucional do Senado que proporciona a estudantes do ensino médio de escolas públicas a oportunidade de vivenciar a prática parlamentar. 

Os participantes são escolhidos por meio de um concurso nacional de redação, organizado em parceria com as secretarias estaduais de educação. 

Os projetos elaborados e aprovados pelos jovens durante a Semana de Vivência Legislativa são encaminhados ao Congresso Nacional para análise. 

Além da experiência no Legislativo, cada estudante recebe um notebook como prêmio.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Modelo da Justiça do Trabalho tem que ser revisto, propõe Eduardo Girão

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (6), criticou os gastos da Justiça do Trabalho e defendeu a revisão do formato adotado no país.

Segundo ele, a Justiça do Trabalho custou cerca de R$ 30 bilhões em 2025, com parcela relevante concentrada no Tribunal Superior do Trabalho (TST).  Para o senador, o sistema reúne despesas elevadas e um grande volume de processos. Ele comparou a estrutura brasileira à dos Estados Unidos.

— Nos Estados Unidos da América não existe sequer Justiça trabalhista nos moldes brasileiros. Lá, esses processos são julgados pela Justiça comum, no âmbito estadual e federal, ou por agências administrativas. Não tem essa estrutura da Justiça do Trabalho no Brasil, que, muitas vezes, enterra a geração de emprego e inibe empreendedores — afirmou.

Girão observou que magistrados têm recebido remunerações que superam o teto constitucional, devido aos chamados “penduricalhos”. Segundo ele, esses benefícios adicionais ampliam a pressão sobre as contas públicas e reforçam a necessidade de maior transparência e controle nos gastos do Judiciário.

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O senador comentou uma declaração atribuída ao presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, que teria separado os juízes do trabalho entre “vermelhos” e “azuis”, segundo a posição ideológica. Vieira de Mello afirmou que sua manifestação foi distorcida. Para Girão, porém, a repercussão do episódio trouxe questionamentos sobre a atuação institucional do tribunal.

— Segundo ele [Vieira de Mello], foi tirado de contexto, e eu não quero aqui fazer julgamento. Eu não estava lá e acredito na palavra do presidente [do TST]. Agora, existe uma afirmação que não foi corrigida, e isso é muito sério: “Há aqueles que têm causa e aqueles que têm interesses.” Essa afirmação abala um dos principais pilares do Estado de direito: tribunais devem ter a aparência e a prática da imparcialidade, da ética, da probidade — afirmou Girão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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