POLÍTICA NACIONAL

Plinio defende manifestantes em ato na COP 30 e critica ações de ONGs

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) defendeu o ato promovido por manifestantes na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em Belém. A ação ocorreu na noite de terça-feira (11). Em pronunciamento nesta quarta (12), Plínio disse que o protesto é um reflexo da indignação dos povos indígenas, que estão em busca de maior protagonismo nas discussões ambientais. 

O parlamentar lamentou a baixa participação de indígenas em um evento como a COP 30 e questionou o porquê da resistência em ouvir as demandas e necessidades dos indígenas da região amazônica.

Os indígenas que têm um mínimo de conhecimento, e eles têm, querem ser protagonistas de sua história. Ponto. Cansaram. Ninguém pode mais falar pelos índios. Eles estão dizendo isto: “Ninguém fala por mim, eu quero falar por mim”. É a mensagem que os índios estão mandando para esses hipócritas que comandam, que querem comandar o apocalipse.

Plínio também criticou ações promovidas por organizações não governamentais (ONGs) na Amazônia. Relembrando o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado que investigou a atuação de ONGs na Amazônia, da qual foi presidente, o senador afirmou que essas entidades não se interessam por questões levantadas pelos indígenas.

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— As ONGs não se preocupam com isso, elas trocaram a ideologia pela realidade. É um movimento ideológico que leva você, pela força da narrativa, a entrar nessa onda e achar que você tem o direito de dizer de que forma nós vamos viver. Não tem, você não tem esse direito de dizer como é que a minha casa deve ser gerida — disse.

Bruno Augusto, com supervisão de Augusto Castro

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Senado vai celebrar campanha nacional de combate à violência contra a mulher

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O Plenário do Senado fará uma sessão especial para comemorar a campanha nacional Agosto Lilás, voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

A sessão foi solicitada pela senadora Leila Barros (PDT-DF) por meio de um requerimento: o RQS 9/2026. A data do evento ainda será marcada.

“A sessão especial proposta busca fortalecer essa mobilização, destacando avanços e desafios relacionados à Lei Maria da Penha e às políticas públicas de prevenção, proteção e acolhimento às vítimas”, diz a senadora no requerimento.

Ela também afirma que, “diante dos altos índices de feminicídio e das diversas formas de violência ainda presentes no país, é dever do Parlamento promover espaços de reflexão e proposição de soluções. A realização da sessão demonstra o compromisso do Senado Federal com a promoção da igualdade de gênero, com a defesa dos direitos humanos e com a construção de uma sociedade livre de violência“.

O requerimento também foi assinado pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Damares Alves (Republicanos-DF), Daniella Ribeiro (PP-PB), Esperidião Amin (PP-SC), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Humberto Costa (PT-PE), Lucas Barreto (PSD-AP), Mara Gabrilli (PSD-SP), Professora Dorinha Seabra (União-TO) e pela então senadora Augusta Brito (PT-CE).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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