POLÍTICA NACIONAL

Para Girão, ‘Vaza Toga’ prova perseguição e deve anular julgamento de Zambelli

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Em pronunciamento no Plenário na segunda-feira (2), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que mensagens divulgadas pela imprensa e atribuídas a juízes auxiliares do Supremo Tribunal Federal (STF) mostram “perseguição contra a deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP)”, presa na Itália. Para Girão, as revelações — conhecidas como “Vaza Toga” — evidenciam parcialidade no Judiciário e justificam a anulação do julgamento de Zambelli.

O vazamento das mensagens é atribuído a Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2022 e 2024

— Ficou mais uma vez evidenciado o clima de ódio, de revanche, de vingança instalado pelo referido ministro. A ordem explícita emitida pelos juízes Airton Vieira e Marco Antônio Vargas era de ferrar com Carla Zambelli. Isso na troca de mensagens entre eles. Se isso não é motivo para acabar com esse processo de uma vez por todas e inocentá-la, acabar com esse julgamento, eu não sei mais o que é — ressaltou.

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Girão citou que o caso também atingiu familiares de Zambelli, com bloqueio de contas bancárias e redes sociais, além da emissão de um mandado de prisão da deputada pela Interpol. O senador relatou que, além das mensagens, Tagliaferro expôs detalhes de pressões sofridas para justificar medidas contra adversários políticos. O parlamentar cobrou do Senado a abertura de processo de impeachment contra ministros do STF:

— Quantas vidas de homens e mulheres de bem ainda terão que ser destruídas para que finalmente a Casa revisora da República saia dessa omissão e cumpra seu dever constitucional, abrindo o processo de impeachment de Alexandre de Moraes?

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Senado vai celebrar campanha nacional de combate à violência contra a mulher

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O Plenário do Senado fará uma sessão especial para comemorar a campanha nacional Agosto Lilás, voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

A sessão foi solicitada pela senadora Leila Barros (PDT-DF) por meio de um requerimento: o RQS 9/2026. A data do evento ainda será marcada.

“A sessão especial proposta busca fortalecer essa mobilização, destacando avanços e desafios relacionados à Lei Maria da Penha e às políticas públicas de prevenção, proteção e acolhimento às vítimas”, diz a senadora no requerimento.

Ela também afirma que, “diante dos altos índices de feminicídio e das diversas formas de violência ainda presentes no país, é dever do Parlamento promover espaços de reflexão e proposição de soluções. A realização da sessão demonstra o compromisso do Senado Federal com a promoção da igualdade de gênero, com a defesa dos direitos humanos e com a construção de uma sociedade livre de violência“.

O requerimento também foi assinado pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Damares Alves (Republicanos-DF), Daniella Ribeiro (PP-PB), Esperidião Amin (PP-SC), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Humberto Costa (PT-PE), Lucas Barreto (PSD-AP), Mara Gabrilli (PSD-SP), Professora Dorinha Seabra (União-TO) e pela então senadora Augusta Brito (PT-CE).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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