POLÍTICA NACIONAL

Izalci defende fim da reeleição e cobra investimentos na educação básica

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O senador Izalci Lucas (PL-DF), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (23), manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 12/2022), de autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), que propõe o fim da reeleição para cargos do Executivo e a unificação dos mandatos em cinco anos. Izalci afirmou que “o atual modelo compromete a gestão pública e prejudica o planejamento de políticas estruturantes”.

— O que acontece hoje é que todos aqueles que ganham eleição para o Executivo, seja para prefeito, governador ou presidente da República, no dia seguinte já estão pensando na reeleição e não fazem o dever de casa. É por isso que o país está desse jeito — declarou.

O parlamentar também defendeu a unificação das eleições como forma de reduzir custos e garantir maior eficiência ao processo político. Ele ainda cobrou melhorias no sistema de votação e afirmou que é necessário garantir auditoria nas urnas eletrônicas.

— O voto tem que ser auditável para ter transparência, para você ter a garantia de que aquele voto que você depositou de fato vai eleger, ou vai direto para o seu candidato. Hoje nós não sabemos. A gente vê lá, aperta o botãozinho, mas a gente não sabe, a gente não vê. Auditoria tem que ser realmente incondicional — afirmou.

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Durante o discurso, o senador destacou ainda a importância de investimentos na educação básica e profissional. Ele apontou deficiências na alfabetização, na formação de professores e na infraestrutura das escolas. Segundo Izalci, a ausência de um plano nacional com responsabilidades claras tem dificultado avanços no setor.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Após rejeição de indicação ao STF, Messias diz que Senado é soberano

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Após ter sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitada pelos senadores na noite desta quarta-feira (29), o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o Senado é soberano e que a derrota faz parte do processo democrático.

— A vida é assim. Tem dias de vitória e dias de derrota, nós temos que aceitar. O Senado é soberano, o Plenário do Senado é soberano. (…) Agradeço os votos que recebi. Faz parte do processo democrático saber ganhar e saber perder — disse, após a votação.

Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ministro do STF, Messias havia sido sabatinado por mais de oito horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde teve a indicação aprovada por 16 votos a 11. Em seguida, a indicação seguiu ao Plenário, onde foi rejeitada por 42 votos a 34.

Messias, que é servidor público, disse considerar que a rejeição da indicação é apenas mais uma etapa em sua vida e que veio após um processo de tentativa de “desconstrução” do seu nome por meses, desde o anúncio da indicação até a votação.

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— Não encaro isso como fim; é uma etapa do processo da minha vida — disse ele, que é servidor concursado da procuradoria da Fazenda Nacional desde 2007.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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