POLÍTICA NACIONAL

Iluminação roxa do Senado alerta e conscientiza sobre hanseníase

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Desde domingo (26) até quinta-feira (30), a cúpula e o Anexo 1 do Senado recebem iluminação roxa em alusão à campanha Janeiro Roxo, de alerta e conscientização sobre a hanseníase. A solicitação é do senador Fabiano Contarato (PT-ES).

A doença infecciosa crônica é causada por bactéria e, apesar de ser tratável e curável, representa um grande desafio de saúde pública mundial. Isso porque, segundo a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), há ainda muito preconceito e uma endemia oculta. O Brasil é o segundo país em número de diagnósticos: são 10,68 casos por 10 mil habitantes. Ainda assim, a SBH estima que há subnotificação e que o número seja de três a cinco vezes maior.

Em tratamento, não é transmissível

Pacientes em tratamento regular da hanseníase não a transmitem mais e podem, portanto, levar vida normal. Segundo cartilha da SBH para a campanha “Todos contra a hanseníase”, o tratamento é feito com medicamento via oral e leva de seis meses a um ano para ser concluído.

Os sintomas da doença podem ser dormência em áreas do corpo, inclusive da pele, manchas, dor nos nervos, caroços no corpo, inchaço nas mãos, pés ou rosto, fraqueza nas mãos ou nos pés, perda de cílios, formigamentos. Quanto mais cedo o diagnóstico correto e o tratamento chegarem, menor chance de haver sequelas da doença.

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O último domingo do mês de janeiro é considerado o Dia Mundial Contra a Hanseníase. No Brasil, a Lei nº 12.135, de 2009, instituiu a data como Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Girão critica uso do termo ‘pauta-bomba’ pelo governo

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (16), questionou as críticas do governo federal a propostas em análise no Congresso, classificadas pelo Executivo como “pautas-bomba” por aumentarem despesas.

Na avaliação do parlamentar, o governo não tem legitimidade para criticar o Congresso em relação à responsabilidade fiscal.

—  Pauta-bomba, Lula? O senhor tem moral para falar de pauta-bomba? Por favor, ninguém é trouxa aqui. Primeiramente, é bom que saibamos o teor dessas matérias. A primeira delas é o PLP 108/2021, que eleva de R$ 81 mil para R$ 130 mil o teto da receita bruta anual para microempreendedores individuais [MEI], matéria já aprovada pelo Senado que se encontra em análise na comissão especial da Câmara — afirmou. 

Girão apresentou uma lista de propostas em tramitação na Câmara e no Senado que seriam consideradas — sem razão, segundo o senador — como pautas-bomba pelo governo. Entre elas, o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para renegociação de dívidas de produtores rurais (PL 5.122/2023); mudanças em programas de regularização tributária (PL 4.728/2020); reajuste de piso salarial de médicos e dentistas (PL 1.365/2022); e alterações no Fundo de Participação dos Municípios (PEC 231/2019) e na imunidade tributária de templos e organizações religiosas (PEC 5/2023).

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Ele citou ainda a PEC 383/2017, que destina 1% da receita líquida da União ao Sistema Único de Assistência Social; a PEC 14/2021, que trata de aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde; e o PLP 11/2026, que cria benefícios para entidades sem fins lucrativos. 

O senador fez críticas à política fiscal do governo federal, ao aumento de ministérios e a gastos públicos. Ele condenou juros da dívida pública, a atuação do Banco Central e gastos com viagens oficiais. Também criticou a regulamentação de apostas esportivas. Para Girão, o governo deveria enviar proposta ao Congresso sobre a proibição de apostas.

Os gastos excessivos de um governo perdulário levaram o país a pagar R$ 1 trilhão só de juros da dívida. Quem ganha com esse governo, sabe quem é? É banco. Eu achava que nunca ia ver isso, o PT defendendo banqueiro, protegendo. Foi o que o PT fez, a tropa de choque do PT lá na CPMI do INSS que investigou, apurou sobre ladrões do dinheiro de aposentados. O governo Lula blindou que a gente investigasse os [empréstimos] consignados dos banqueiros.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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