POLÍTICA NACIONAL

CRA aprova Alegrete como capital nacional da linguiça tradicional campeira

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O município gaúcho de Alegrete, no sudoeste gaúcho, poderá ser a capital nacional da linguiça tradicional campeira, de acordo com proposta aprovada em votação final nesta terça-feira (18) pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). O PL 2.314/2023, da Câmara dos Deputados, segue para sanção, caso não haja requerimento para votação no Plenário.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) leu o relatório do senador Weverton (PDT-MA) e defendeu a homenagem tendo em vista o reconhecimento de Alegrete pela gastronomia campeira e, especificamente, pela produção artesanal da linguiça tradicional in natura.

“Muito apreciada na região da Campanha e da Fronteira do Rio Grande do Sul, a linguiça tradicional campeira passou a ser encontrada em todos os açougues como item obrigatório de um bom churrasco”, diz o relatório.

O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), que é natural da cidade, disse que o título é merecido porque Alegrete é o maior município do Rio Grande do Sul.

A CRA também aprovou um requerimento (REQ 11/2025 – CRA) solicitando que a comissão avalie a Política Nacional da Reforma Agrária (PNRA).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Nova lei reconhece cooperativismo como manifestação da cultura nacional

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Sancionada sem vetos pelo presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, entrou em vigor a lei que reconhece o cooperativismo como manifestação da cultura nacional. O texto da Lei 15.433, de 2026, também determina que o Estado deve garantir a livre atividade, apoiar e estimular o cooperativismo. 

A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (17) e tem origem no PL 357/2025, de autoria do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). No Senado, o projeto foi relatado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR) e aprovado na Comissão de Educação e Cultura (CE) em 19 de maio, em decisão terminativa.

Na ocasião, Arns argumentou que o cooperativismo se baseia em valores como ajuda mútua e gestão democrática e se consolidou como parte da identidade social brasileira. O relator também destacou a geração de empregos, renda e circulação de recursos por meio das cooperativas, e lembrou que o modelo se adapta às diferentes realidades do país.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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