POLÍTICA NACIONAL

CDR: Projeto inclui Festival Halleluya no calendário turístico nacional

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A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou nesta terça-feira (13), em decisão terminativa, o projeto de lei que inclui o Festival Halleluya, realizado em Fortaleza, no calendário turístico oficial do Brasil.

Esse projeto (PL 2.121/2022), de autoria do deputado federal Danilo Forte (União-CE), recebeu parecer favorável do senador Eduardo Girão (Novo-CE). Agora o texto segue para a sanção do presidente da República — a não ser que haja recurso para votação no Plenário do Senado.

O Festival Halleluya, organizado pela Comunidade Católica Shalom desde 1997, é considerado um dos maiores eventos de música cristã do país e se tornou uma atração turística. Realizado no mês de julho, o evento promove atividades culturais, artísticas e esportivas, além de ações sociais e de voluntariado.

Segundo Eduardo Girão, a inclusão do festival como parte do calendário turístico nacional amplia o reconhecimento do evento, reforça sua continuidade e incentiva a sua expansão, além de contribuir para a sua consolidação como patrimônio cultural e turístico do Brasil.

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— Esse festival movimenta a rede hoteleira, o setor de alimentação, o comércio e os serviços, o que beneficia trabalhadores e empreendedores da região. Ainda promove campanhas de doação de sangue e alimentos, além de oferecer espaços de acolhimento e apoio a grupos em situação de vulnerabilidade — argumentou ele.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Girão elogia ministros do STF que decidiram manter prisões no caso Master

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) destacou nesta quarta-feira (17) o julgamento da segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve as prisões preventivas de Henrique e Felipe Vorcaro, respectivamente pai e primo do empresário Daniel Vorcaro, no âmbito da investigação relacionada ao Banco Master. Em pronunciamento no Plenário, Girão elogiou especificamente a atuação dos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques no caso, além do trabalho realizado pela Polícia Federal. 

Eu disse, na sabatina do ministro Kassio Nunes, que, se eu tivesse errado com o meu voto “não”, iria pedir desculpas. E ontem eu tive o primeiro motivo para pedir desculpas, em meio a tantas decisões dele que eu trouxe aqui, no meu ponto de vista, equivocadas. Mas ontem ele teve bom senso, e tenho que parabenizá-lo no voto que deu — declarou Girão.

Ao comentar o julgamento, o senador afirmou que a decisão contribui para o prosseguimento das investigações. Segundo ele, informações apresentadas durante a análise do processo apontam para a existência de um grupo que teria atuado para intimidar testemunhas e obter dados sigilosos. Girão criticou o voto divergente do ministro Gilmar Mendes e defendeu a continuidade das apurações relacionadas ao caso.

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Dosimetria

O parlamentar contestou a suspensão da chamada Lei da Dosimetria (Lei 15.402, de 2026), aprovada pelo Congresso Nacional após a derrubada de veto presidencial. Segundo ele, a decisão representou desrespeito às deliberações do Legislativo. Girão criticou decisões monocráticas de ministros do STF e defendeu maior equilíbrio na relação entre os Poderes.

— Vamos pacificar este país, reconciliar. Falar de paz é muito fácil, mas paz é ação na Justiça. Paz é ação, não é omissão — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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