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Wellington Fagundes lidera rejeição na disputa pelo Governo de MT, aponta Paraná Pesquisas

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O senador Wellington Fagundes (PL) aparece com a maior rejeição entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso na nova rodada do Paraná Pesquisas. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (9), 25,7% dos entrevistados afirmaram que não votariam no senador.

O índice de Wellington se manteve estável em relação à pesquisa anterior, também em 25,7%, mantendo o parlamentar na primeira posição do ranking de rejeição.

Na segunda colocação aparece a deputada estadual Doutora Natasha (PSD), com 24,2%. O percentual representa uma alta de 4,9 pontos em relação à rodada anterior, indicando crescimento da resistência ao nome da candidata entre os eleitores pesquisados.

O ex-vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) também registrou aumento. A rejeição ao seu nome passou de 16,3% para 19,3%.

Na sequência aparecem Sargento Laudicério, com 13,4%; Rafaell Milas, com 9,8%; e Mauricio Coelho, com 9,4%.

Os percentuais não somam 100% porque os entrevistados puderam indicar mais de um candidato que não receberia seu voto.

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Cenário da disputa

O levantamento mostra que Wellington mantém a liderança no quesito rejeição, enquanto Natasha apresentou a maior variação entre os principais nomes em relação à pesquisa anterior.

A rejeição é um dos indicadores acompanhados em pesquisas eleitorais porque ajuda a dimensionar o grau de resistência dos eleitores a cada candidatura. Diferentemente da intenção de voto, o índice mede quantos eleitores afirmam que não escolheriam determinado candidato.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná entre os dias 6 e 8 de setembro, com 1.352 eleitores de 52 municípios de Mato Grosso.

A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-01505/2026.

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“Nunca foi sobre cargo”, diz Feldner ao responder Janaína Riva; VEJA POST

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A candidata ao Senado Janaína Riva (MDB) respondeu nesta quarta-feira (9) às críticas feitas pela ex-delegada da Polícia Civil Ana Cristina Feldner, que deixou a primeira suplência da chapa em 15 de agosto e foi substituída por Aluizo Lima (PRD), assessor da parlamentar.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Feldner afirmou ter se sentido desrespeitada e desmerecida durante o período em que integrou a chapa. Ela também questionou se teria sido vítima de violência política de gênero e declarou que Janaína não a representa como mulher.

Ao comentar o episódio, Janaína negou ter conduzido a mudança de forma desonesta e afirmou que a condição temporária da participação de Feldner havia sido informada desde o convite para integrar a chapa.

“O que eu precisava expliquei desde o início, então da minha parte não teve nenhuma desonestidade”, afirmou a candidata ao MidiaNews.

Segundo Janaína, a vaga de suplente pertencia ao Podemos e havia sido definida em articulação com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi. Como não haveria tempo hábil para realizar a substituição antes do registro da chapa, Feldner teria sido convidada para ocupar a posição inicialmente.

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“Quando eu convidei a Ana para ser suplente, eu disse a ela que seria temporário, porque eu não havia tempo hábil para poder fazer a troca de suplência. A suplência era do partido Podemos. Eu tinha dois suplentes definidos com o presidente Max Russi”, explicou.

“Ela disse que sim”

Janaína afirmou ainda que a própria ex-delegada teria concordado com a participação por um período determinado.

“Eu disse a ela que seria temporário e perguntei se ela toparia ser candidata por período determinado. E ela disse que sim”, relatou.

A candidata ao Senado também disse que conversou com Feldner após a substituição e que, até então, as duas mantinham uma relação amistosa.

Segundo Janaína, a ex-delegada chegou a manifestar a expectativa de continuar na chapa, mas essa possibilidade, de acordo com a emedebista, nunca teria sido apresentada como definitiva.

 

 

“Ela havia dito para mim que nutria uma expectativa, que havia sido criada por uma assessora que tenho, de que talvez ela poderia ficar. Mas eu falei: olha, mas para mim nada mudou. Desde o começo eu falei que eu precisaria depois fazer a substituição”, afirmou.

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Janaína evita confronto

Apesar das críticas públicas feitas por Feldner, Janaína adotou tom mais conciliador ao comentar o episódio. A candidata disse que não pretende questionar a forma como a ex-delegada se sentiu e afirmou que, por também ser mulher, prefere acolher a situação em vez de partir para um confronto.

“Eu lamento muito, mas eu não vou fazer nenhuma ofensa, nenhum ataque. Campanha é isso mesmo, a gente tem que estar preparado para esse tipo de coisa”, concluiu.

A troca na primeira suplência acrescenta um novo episódio às articulações da disputa pelo Senado em Mato Grosso, em uma eleição marcada pela movimentação de partidos e pela composição das chapas que disputarão as duas vagas destinadas ao Estado.

 

 

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