ESCALONAMENTO

Vereadores criticam CCJ por travar votação do RGA em Cáceres

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Os vereadores da base da prefeita Eliene Liberato Dias criticaram a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Cáceres pelo adiamento da votação do projeto que garante o pagamento do Reajuste Geral Anual (RGA) aos servidores municipais. A proposta, que prevê um escalonamento no reajuste, já havia sido debatida e acordada com o sindicato da categoria.

A vereadora Valdeníria Dutra Ferreira, ressaltou que a gestão municipal fez sua parte ao enviar o projeto, mas que a CCJ optou por travar sua tramitação, impedindo que os servidores recebam o reajuste dentro do prazo.

“A responsabilidade agora é do Legislativo. A prefeita já enviou o projeto, mas ele está parado na Câmara. O prazo está acabando: a folha de pagamento fecha no dia 28 e hoje já é 24. Teríamos que ter votado hoje, encaminhado para a prefeita sancionar e garantir o parcelamento, para que, já no próximo mês, todos os servidores recebessem o reajuste”, afirmou Valdeníria.

Os vereadores Franco Valério; Isaías Bezerra; Jorge Augusto; Magaly; Manga Rosa; Professor Domingos e Rubens Macedo, também cobraram agilidade na tramitação e defenderam que o projeto fosse votado ainda nesta segunda-feira (24). Segundo eles, o atraso na votação gera um desgaste desnecessário tanto para a Prefeitura quanto para os servidores, que aguardam o reajuste.

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A gestão municipal reforça que o escalonamento do RGA foi planejado com responsabilidade fiscal, garantindo os pagamentos sem comprometer as contas públicas. Agora, a expectativa é que a Câmara destrave a tramitação para que o reajuste seja incluído na folha de pagamento o quanto antes.

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Política MT

“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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