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Quase mil atendimentos e mais de 60 serviços gratuitos marcam Mutirão Social Cívico Integrado no bairro do Porto

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O bairro do Porto, em Cuiabá, recebeu um reforço histórico em serviços públicos no último sábado (9). Através da articulação do deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Mutirão Social Cívico Integrado reuniu mais de 60 tipos de atendimentos gratuitos na Escola Estadual Cívico-militar Senador Azeredo. A iniciativa alcançou a marca de mil atendimentos, focando em moradores que enfrentam dificuldades de acesso à saúde e assistência social.

A estrutura montada pelo Gabinete Social permitiu que a comunidade realizasse, em um único dia, consultas médicas, exames, vacinação e a emissão de documentos essenciais. A viabilização dessa rede de apoio contou com a parceria estratégica da Polícia Militar e o trabalho voluntário de profissionais de diversas áreas, como odontologia, fisioterapia e assessoria jurídica.

Além do suporte técnico e médico, o evento promoveu o resgate da autoestima com serviços de beleza e atividades recreativas para as crianças. Para o deputado Max Russi, a ação é uma resposta direta às carências da região, levando o poder público para dentro dos bairros mais tradicionais da capital.

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“Nossa missão com o Gabinete Social é encurtar a distância entre o cidadão e o serviço de qualidade. Ver voluntários e instituições unidos para entregar dignidade e um sorriso no rosto de quem é atendido é o que nos motiva a continuar essa articulação”, destacou Max Russi. O parlamentar reafirmou que o trabalho “pé no chão” seguirá percorrendo as comunidades para suprir as demandas urgentes da população.

A moradora e acadêmica de Medicina, Rhaianni Sampaio, que participou da mobilização, ressaltou o impacto social da iniciativa. “O Porto é um bairro populoso e carente de cobertura de saúde. Levar esses atendimentos até as pessoas não muda apenas o dia delas, mas garante a assistência que muitas vezes falta na rotina da comunidade”, finalizou.

Fonte: ALMT – MT

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ALMT aprova projeto de Cattani para criar cadastro estadual de condenados por estupro

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, nesta quarta-feira (27), em segunda votação, o Projeto de Lei nº 1121/2025, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que cria o Cadastro Estadual de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro no estado de Mato Grosso.

A proposta estabelece a criação de uma base de dados pública com informações de pessoas condenadas por estupro com sentença transitada em julgado. O cadastro deverá conter nome completo, CPF, data de nascimento, fotografia, características físicas, identificação datiloscópica, DNA e a tipificação penal do crime cometido.

Para Gilberto Cattani, a medida busca fortalecer a prevenção e permitir que a população tenha acesso a informações que possam evitar novos casos de violência sexual no estado.

“Com esse cadastro, com imagem dos monstros que cometem essas atrocidades, as pessoas comuns poderão pesquisar e saber quem é esse camarada que causa tanto mal às mulheres do estado de Mato Grosso”, disse o parlamentar.

Ao comentar a proposta, o deputado citou o caso de um criminoso envolvido em estupros e feminicídios em Sorriso, que já possuía antecedente por estupro em Lucas do Rio Verde. “Se ele estivesse em uma lista constando que já havia cometido esse crime, com certeza ele não teria sido contratado. Então isso é muito necessário para que a gente possa evitar esses crimes”, declarou.

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Na justificativa do projeto, Cattani argumenta que a prevenção é uma das formas mais eficientes de combate à criminalidade e que o acesso à informação permite à sociedade se proteger e reduzir os riscos de reincidência.

Durante a sessão, o deputado também defendeu o fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção de mulheres e crianças vítimas de violência e voltou a cobrar punições mais rígidas para crimes hediondos. “Precisamos de leis que realmente façam justiça às vítimas e isso só acontece quando o agressor é punido e quando a vítima não se sente injustiçada, ou seja, quando é assistida pelo Estado. Hoje nós temos o contrário: o Estado assistindo bandidos e as vítimas sendo jogadas ao léu. Temos que mudar isso”, pontuou.

Gilberto Cattani também destacou que o cadastro faz parte de uma série de propostas apresentadas por seu mandato com foco no combate à violência contra mulheres e crianças. Entre elas estão projetos relacionados ao porte de arma para mulheres sob medida protetiva, assistência a crianças órfãs de feminicídio e fortalecimento de políticas de proteção às vítimas de violência no estado.

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Com a aprovação em segunda votação, o Projeto de Lei nº 1121/2025 segue agora para sanção do Governo do Estado.

Fonte: ALMT – MT

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