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Presidente da ALMT lamenta morte de fotógrafo Fablício Rodrigues

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho, em nome da Mesa Diretora da Casa de Leis, presta condolências à família enlutada pelo falecimento do servidor Fablício Rodrigues, 51, na tarde desta terça-feira (22). 

Nascido em Rio Verde (GO), vivia há 40 anos em Mato Grosso. Nos últimos 15 anos,  compôs a equipe de fotojornalistas da Secretaria de Comunicação Social, da Presidência do Parlamento e, atualmente, da Primeira Secretaria da ALMT. Em tratamento contra um câncer, estava internado há três meses em uma unidade de terapia intensiva de um hospital particular de Cuiabá. 

“Fablício foi um servidor dedicado e sempre muito discreto, registrando da melhor forma possível os trabalhos dos parlamentares dessa Casa. Todos nós da ALMT, estamos consternados com a sua partida. Rogo a Deus que na sua infinita bondade dê força à família e a nós, amigos, pela grande perda desse grande profissional da Comunicação mato-grossense, que deixa seu legado!”,

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Rodrigues deixa a esposa Valdirene Figueiredo, três filhas e uma neta. Não há informação sobre o velório e sepultamento.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Valmir Moretto defende a prorrogação do Feef para garantir R$ 350 milhões à saúde de Mato Grosso

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.

Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.

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A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.

Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.

Fonte: ALMT – MT

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