DESAFIOS FINANCEIROS

Prefeitura de Cáceres propõe medidas de austeridade para equilibrar contas municipais

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A Prefeitura de Cáceres encaminhou à Câmara Municipal um projeto de lei que propõe medidas de austeridade fiscal para garantir a continuidade dos serviços públicos e manter o equilíbrio das contas municipais. A iniciativa surge em resposta aos desafios financeiros enfrentados pelo município, que viu sua receita crescer apenas 2% em relação a 2023, abaixo do índice de inflação (IPCA) acumulado de 4,77% em 2024.

Entre as principais medidas previstas no projeto estão a revogação de dispositivos da Lei nº 3.335/2024, alterações nas tabelas da Lei Complementar nº 227/2024 e a redução de 10% nos subsídios do prefeito, vice-prefeito e ocupantes de cargos em comissão. Segundo a gestão municipal, tais ajustes são necessários para adequar as despesas às receitas disponíveis.

 

Desde o segundo semestre de 2024, a administração tem adotado medidas para conter gastos, incluindo a redução na nomeação de cargos comissionados, como secretários e coordenadores, otimização de serviços com diminuição de contratos de mão de obra terceirizada e cortes em despesas com combustível e energia. Mesmo assim, a prefeitura avalia que novos ajustes são essenciais para manter a prestação dos serviços essenciais à população.

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A chefe do Executivo municipal reforça que a iniciativa tem como objetivo garantir a sustentabilidade financeira do município sem comprometer a qualidade dos serviços públicos. Para isso, anunciou uma ampla reforma administrativa que será realizada nos próximos 90 dias. “Trabalhamos juntos pelo bem-estar dos cidadãos e pela saúde financeira do município”, afirmou na justificativa do projeto.

 

Agora, a proposta segue para análise e votação na Câmara Municipal, onde será debatida pelos vereadores antes de uma possível aprovação.

 

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Política MT

“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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