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Parlamento tem expedição no Rio Cuiabá, audiência pública e sessões plenárias ao longo da semana

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) inicia a semana de 9 a 13 de março com uma série de atividades institucionais que incluem ações ambientais, debates sobre saúde pública e reuniões temáticas. A programação começa na segunda-feira (9) com a 3ª Expedição Fluvial no rio Cuiabá, que vai percorrer o curso do rio desde a barragem de Manso até o Pantanal. Ao longo da semana também estão previstas audiência pública sobre a estadualização da oncologia, sessões ordinárias no plenário e reuniões de grupos de trabalho e câmara setorial temática.

Segunda-feira (9)

Está previsto para as 7 horas o início da 3ª Expedição Fluvial no Rio Cuiabá, que tem o objetivo de atualizar o diagnóstico ambiental do principal curso d’água da região metropolitana e ampliar o diálogo com comunidades ribeirinhas.

A força-tarefa percorrerá o rio desde a região da barragem de Manso até o Pantanal, passando por municípios como Rosário Oeste, Acorizal, Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço e Poconé, com encerramento na sexta-feira (13) em Porto Jofre (Poconé). A comitiva será liderada pelo deputado Wilson Santos (PSD).

Às 10 horas tem reunião da CST da Atenção Psicossocial. Ela acontece na sala de reuniões das Comissões Deputada Sarita Baracat, 226. A câmara foi requerida pelo deputado Carlos Avalone (PSDB).

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Às 19 horas, a Assembleia Legislativa realiza sessão especial para a entrega de honrarias à sociedade local. O evento, organizado pelo deputado Diego Guimarães (Republicanos), será na Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde.

Terça-feira (10)

Às 10 horas, a Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social realiza audiência pública para debater o processo de estadualização da oncologia em Mato Grosso e acompanhar a execução do contrato da Secretaria de Estado de Saúde junto ao Hospital de Câncer. O debate será na sala das Comissões, Deputado Oscar Soares, 227.

Às 14h30, os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) realizam reunião ordinária – presencial e remota – para a deliberação de matérias em tramitação na comissão. A reunião será na sala das Comissões Deputada Sarita Baracat, 226.

Quarta-feira (11)

Nesse dia, duas sessões ordinárias estão previstas para acontecer. Uma com início às 9 horas e a outra às 13 horas. Elas acontecem no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Quinta-feira (12)

Às 10 horas, o Planejamento Estratégico do Poder Legislativo realiza uma reunião dos Facilitadores do Projeto 10S da ALMT. Ela está programada para acontecer de forma presencial e remota na sala de reuniões das Comissões Deputado Oscar Soares, 227.

Às 10 horas, será realizada reunião do Grupo de Trabalho de proteção dos animais. O debate acontece na sala de reuniões das Comissões Deputada Sarita Baracat, 226. O GT foi sugerido pelo presidente da Assembleia Legislativa Max Russi (PSB).

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À tarde, às 14 horas, acontece a reunião presencial e remota do Grupo de Trabalho da Mineração. Ela será realizada na sala de reuniões das Comissões Deputada Sarita Baracat, 226. O requerimento pedindo o GT é do presidente Max Russi (PSB)

Sexta-feira (13)

Às 10 horas, está prevista a realização de reunião de instalação da Câmara Setorial Temática (CST) da Docência na Educação com a temática Cuidar e Educar: Docência na Educação Infantil. A CST foi sugerida pelo presidente Max Russi (PSB), e a instalação será na sala de reuniões das Comissões Deputada Sarita Baracat, 226.

Acontece às 19 horas sessão especial, requerida pelo deputado Sebastião Rezende (União), para a entrega de honrarias. As homenagens acontecem no Plenário das Deliberações Renê Barbour da Assembleia Legislativa.

Sábado (14)

Às 16 horas, a Secretaria de Integração Social e Cidadania AL MT (Seisc) realiza o 3º Congresso Estadual de Mulheres Poderosas 2026. O evento será realizado no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros na Assembleia Legislativa.

As atividades definidas na agenda podem sofrer alterações durante a semana.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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