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Nome em ascensão, advogada do agro reforça atuação em debate sobre agricultura familiar

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Integrando o grupo de pré-candidatos a Deputada Estadual pelo partido Novo, a convite do deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) e do presidente estadual do PL, Ananias Filho, a advogada Flaviane Ramalho (Novo) vem ganhando destaque no cenário político e fortalecendo sua atuação em defesa do agronegócio. Sua participação foi evidenciada durante audiência pública realizada nesta quinta-feira (09), na Câmara Municipal de Sapezal-MT.

 

O evento reuniu representantes do setor produtivo, pequenos agricultores, lideranças indígenas e autoridades para discutir investimentos e políticas públicas voltadas à agricultura familiar.

 

A audiência foi convocada pelo deputado Elizeu Nascimento, por solicitação do vereador Miguelzinho do Cacoré, com articulação do prefeito Cláudio Scariote, que tem participado de agendas políticas e institucionais voltadas à ampliação da visibilidade do município e à captação de recursos, reforçando sua presença no cenário regional.

 

O encontro contou com a participação de órgãos como a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e a Empaer, além de representantes do poder público municipal.

 

Durante o debate, Flaviane destacou a importância de aproximar o poder público, bem como os três Poderes, da realidade dos produtores rurais. Com mais de 21 anos de experiência na advocacia agrária e vivência prática como agricultora, defendeu a construção de soluções jurídicas e políticas alinhadas às necessidades do campo.

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A audiência abordou demandas estruturais do setor, com foco na ampliação de investimentos, no acesso a políticas públicas e no incentivo ao desenvolvimento sustentável.

 

Além da atuação no agro, Flaviane também tem se destacado nas redes sociais, especialmente no TikTok e Instagram, onde compartilha conteúdos sobre política e o cotidiano do campo, alcançando expressivo engajamento.

 

A participação no encontro reforça o momento de projeção da advogada, que passa a se consolidar como uma das vozes emergentes nas discussões sobre a agricultura — abrangendo pequenos, médios e grandes produtores — e seu papel no desenvolvimento regional em Mato Grosso, inclusive do povo indígena.

 

Durante a audiência, Flaviane defendeu a valorização da agricultura familiar como base estratégica do setor, destacando que o campo é diverso e interligado. Segundo ela, a história mundial demonstra a importância da agricultura não apenas para Mato Grosso e para o Brasil, mas para o mundo, sobretudo diante do crescimento populacional e da crescente demanda por alimentos. Enfatizou que o Brasil é o grande celeiro do mundo, exercendo papel central na segurança alimentar global, e que possui condições únicas, como clima favorável e ampla extensão territorial, que permitem expandir significativamente a produção de alimentos sem degradação ambiental.

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Flaviane ressaltou que é necessário enxergar o agronegócio de forma integrada, contemplando desde pequenos agricultores até médios e grandes produtores, criando condições para que todos possam crescer e evoluir dentro da cadeia produtiva. Destacou ainda que o fortalecimento da agricultura familiar impacta positivamente todo o sistema produtivo.

 

“A agricultura possui relevância mundial e deve ser tratada como um interesse coletivo. É fundamental fomentar todos os agricultores, desde os pequenos até os grandes produtores, além de avançar na criação de leis mais eficazes para o setor, especialmente com a instituição de um Código Agrário que assegure maior segurança jurídica. Também é indispensável promover conhecimento e capacitação, para que os produtores conheçam seus direitos e possam exercê-los com autonomia e segurança”, afirmou.

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Política MT

Júlio Campos detona campanha de Wellington e diz que desorganização pode entregar eleição

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Uma crítica pública feita pelo deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) expôs insatisfação com a estrutura da campanha do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. Integrante da coordenação da candidatura, Júlio classificou a situação como uma “pobreza de lascar” e afirmou que a falta de organização pode comprometer o desempenho do candidato.

A declaração foi publicada em um comentário nas redes sociais. Segundo o deputado, o comitê de Wellington ainda não teria conseguido estruturar adequadamente a campanha e estaria sem material básico para distribuição aos eleitores.

“Até hoje o comitê de Wellington 22 não organizou a campanha, e não tem material. A pobreza está de lascar. Está entregando a vitória por falta de organização, está vergonhoso. Acorda, WF!”, escreveu Júlio.

A manifestação chama atenção porque parte de um aliado que atualmente participa da coordenação da própria campanha de Wellington.

Crítica vem após repasse de quase R$ 5 milhões

A cobrança também ocorre poucos dias depois de o Partido Liberal transferir quase R$ 5 milhões para a candidatura de Wellington Fagundes.

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O volume de recursos torna ainda mais contundente a reclamação sobre a falta de material e estrutura apontada pelo deputado. Para Júlio, o problema não estaria necessariamente na ausência de recursos, mas na organização e na capacidade de transformar a estrutura disponível em uma campanha efetiva nas ruas.

Júlio rompeu com grupo do próprio partido

A presença de Júlio Campos na coordenação de Wellington ocorre depois de uma mudança no cenário político dentro do União Brasil.

O deputado deixou de apoiar a candidatura de seu próprio partido após seu irmão, o senador Jayme Campos, ser derrotado nas convenções partidárias.

A escolha aproximou Júlio do projeto de Wellington e fez com que ele passasse a integrar a articulação da campanha do candidato do PL.

A cobrança pública, portanto, expõe uma situação incomum: um integrante da própria coordenação eleitoral apontando falhas na condução da campanha e cobrando uma reação imediata.

A frase “Acorda, WF!” resume o tom do recado. Para Júlio, mais do que uma questão administrativa, a falta de organização pode ter consequência diretamente eleitoral.

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Em uma disputa pelo Governo do Estado, em que estrutura de rua, material de campanha, comunicação e presença nos municípios pesam na construção de votos, a crítica coloca em

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