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Frente Parlamentar da Odontologia discute projeto para mulheres vítimas de violência

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A Frente Parlamentar da Odontologia da Assembleia Legislativa promoveu reunião na manhã desta segunda-feira (8). Entre os temas discutidos estão o projeto “Meu sorriso ninguém tira” e o piso salarial das categorias de Auxiliar em Saúde Bucal (ASB) e Técnico em Saúde Bucal (TSB). O encontro foi sediado no Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO/MT).

Voltado para o atendimento de mulheres vítimas de violência, o projeto “Meu Sorriso ninguém tira” do CRO/MT tem como objetivo conscientizar profissionais da odontologia em formação a identificar casos de agressão. “Muitas vezes a mulher é atingida no rosto e chega ao consultório com a falta de um dente, mas por vergonha, às vezes, e não querendo denunciar o seu agressor, fala que o dente caiu, que bateu a boca no poste”, explicou a presidente do conselho, Wânia Dantas.

Além disso, por meio de parceria com a Secretaria Municipal da Mulher, devem ser oferecidos serviços odontológico a mulheres vítimas de violência atendidas pela Prefeitura de Cuiabá. “Mato Grosso é campeão de feminicídio no Brasil e esse é um problema do qual a gente não se orgulha. Então, a gente busca tentar melhorar, transformar a sociedade de acordo com o que a gente tem em mãos e consegue trabalhar”, ressaltou Wânia Dantas. “Queremos partir para essa parte de devolver a função e a estética do dente, devolver o sorriso, a alegria. Apareceram colegas também para oferecer a parte de harmonização orofacial”, completou.

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A necessidade de aumento do piso salarial de auxiliares e técnicos em saúde bucal foi outro assunto destacado. Segundo a auxiliar Sirlene Koraleski, há municípios em que o piso é um pouco maior que um salário mínimo. “Estamos buscando, junto ao estado e aos municípios, o aumento para dois salários mínimos como piso inicial, que é o que está sendo discutido no Congresso Nacional”, afirmou. “Hoje a carreira não é atrativa por conta do salário e ainda faltam centros de formação que sejam públicos. São profissionais essenciais que trabalham juntamente com o cirurgião-dentista”, disse a presidente do CRO, Wânia Dantas.

Foto: Ronaldo Mazza

“Hoje debatemos no Conselho Regional de Odontologia sobre o piso salarial dos auxiliares e técnicos de saúde bucal, que recebem salários inadequados para a importância de seu trabalho. Além disso, discutimos um projeto especial chamado ‘Meu sorriso ninguém tira’, que visa ajudar mulheres vítimas de agressão a recuperar a autoestima. Também foi discutida a democratização do acesso à saúde bucal. Por último, discutimos a implantação do programa de harmonização orofacial para mulheres vítimas de violência”, resumiu o deputado estadual Júlio Campos (União), membro da frente parlamentar.

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“Para a próxima reunião, vamos trazer propostas concretas para incluir emendas no orçamento de 2026, com recursos específicos para valorizar a odontologia em Mato Grosso”, adiantou o parlamentar.

Também fazem parte da Frente Parlamentar da Odontologia, Gilberto Cattani (PL), Valmir Moretto (Republicanos), Dilmar Dal Bosco (União) e o coordenador-geral Carlos Avallone (PSDB).

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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