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Dr. João destaca nova era na Saúde com Einsten atendendo ao SUS em Mato Grosso

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Em cerimônia no Palácio Paiaguás nesta terça-feira (22), o Governo de Mato Grosso assinou contrato com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein para gestão do Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá. Presente ao ato, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), que é médico e um dos principais entusiastas, não escondeu a emoção.

“Hoje é um dia que ficará marcado na história da saúde de nosso estado. Estamos concretizando um sonho de décadas e garantindo que toda a população mato-grossense tenha acesso a um atendimento de excelência, gratuito e com o padrão de um dos melhores hospitais do mundo”, lembrou o deputado.

O Hospital Central, cuja construção original foi iniciada há 34 anos e ficou por décadas inacabada, está agora com 98% das obras concluídas e deve ser entregue em setembro. Com investimento total de R$ 461,8 milhões (R$ 221,8 milhões em estrutura e R$ 240 milhões em equipamentos), a unidade representa um marco na saúde pública regional.

“Esta parceria vai muito além da gestão hospitalar – estamos trazendo para Mato Grosso um modelo de excelência que vai capacitar nossos profissionais e elevar o padrão de toda nossa rede pública”, destacou Dr. João.

Durante a cerimônia, o governador Mauro Mendes (União) expressou confiança na parceria. “Tenho certeza que será uma parceria longeva. O Einstein trará serviço de alta qualidade e o Estado tem condições de honrar este contrato”. O presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Sidney Klajner, reforçou o compromisso. “Vamos promover cuidado de excelência através da troca de conhecimento com os profissionais locais”, assegurou.

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A estrutura do hospital impressiona pelos números: 287 leitos (sendo 60 de unidades de terapia intensiva (UTIs), 36 de cuidados intermediários e 191 de enfermaria), 11 salas cirúrgicas equipadas com tecnologia robótica para cinco especialidades, além de equipamentos de última geração como ressonância magnética, tomógrafo e hemodinâmica.

A previsão é de realizar anualmente 32 mil consultas, 80 mil exames e 6,5 mil cirurgias, incluindo procedimentos de alta complexidade, como cirurgia cardiovascular e neurocirurgia.

Dr. João enfatizou que o legado desta parceria será duradouro. “Quando inaugurarmos em setembro, não estaremos abrindo apenas um hospital, mas iniciando uma revolução na saúde pública de Mato Grosso. O povo mato-grossense merece esse presente”.

O parlamentar lembrou ainda que o acordo prevê a prioridade na contratação de mão de obra local e a formação continuada dos profissionais através de intercâmbio com outras unidades do Einstein.

Com esta parceria, Mato Grosso se torna o quarto estado brasileiro a contar com a gestão Einstein na saúde pública, posicionando o Hospital Central como referência em alta complexidade para toda a região Centro-Oeste.

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Na semana passada, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou por maioria, o Projeto de Lei Complementar que permitiu à Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein administrar o novo Hospital Central de Cuiabá. O substitutivo integral contou com emenda do primeiro-secretário Dr. João (MDB) e do presidente da ALMT, Max Russi (PSB).

Um dos pontos mais importantes do substitutivo aprovado foi a emenda apresentada pelo parlamentar e pelo presidente da ALMT que estabelece no Artigo 7º a obrigatoriedade de transferência de conhecimento técnico do Albert Einstein para a rede pública estadual.

A emenda determina que o contrato de gestão deve incluir o compartilhamento de protocolos assistenciais e práticas de gestão de excelência; a transferência de tecnologias e metodologias operacionais avançadas; programas de capacitação contínua para profissionais da saúde estadual; Intercâmbio de profissionais entre o Albert Einstein e a rede pública e o compartilhamento de ferramentas de gestão hospitalar.

“Esta emenda foi crucial para garantir que o legado do Albert Einstein não se limite apenas à gestão do Hospital Central, mas transforme toda a rede pública de saúde de Mato Grosso. Estamos assegurando que o conhecimento e as melhores práticas sejam absorvidos progressivamente pelos nossos profissionais”, explicou Dr. João.

Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo reivindica ações concretas contra o feminicídio no Estado

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), acompanhada por um grupo de mulheres, entregou oficialmente à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o relatório final da Câmara Setorial Temática sobre Feminicídio em Mato Grosso.

O documento, elaborado pelo grupo de trabalho liderado por Edna Sampaio, deputada em exercício na ocasião, identifica os gargalos na proteção da vida das mulheres e oferece, aos governos federal, estadual e municipais, um mapa de problemas e possíveis soluções institucionais para mudar a realidade imposta às mulheres. Mato Grosso tem liderado, proporcionalmente, o ranking nacional de feminicídios nos últimos anos.

“Espero que as recomendações apresentadas neste relatório sejam acolhidas pelos nobres deputados, porque os senhores também vieram de uma mulher. Têm filhas, sobrinhas e, com certeza, mães, tias e avós. Por isso, esperamos que nos ouçam, porque esta não é uma questão partidária, mas uma causa pela preservação da vida”, afirmou, acrescentando “também as mulheres indígenas, infelizmente, têm sofrido feminicídio e violências, que violam nosso corpo e nossa alma”, afirmou.

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Eliane Xunakalo afirmou que todos os dias há relatos, nos noticiários, de mulheres sendo mortas, estupradas e sofrendo violências. “Mas, infelizmente, não temos visto nenhum tipo de ação concreta. Precisamos de mais delegacias, que a Politec funcione onde é necessária, além, claro, de recursos, investimentos e políticas públicas, para fortalecer os aparelhos estatais de combate à violência”, defendeu.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

A deputada alertou para existência de onda de lista de mulheres estupráveis nas universidades. “Acredito que, para mitigar essa situação, é preciso uma educação, voltada para esse tema, nas escolas e nos lares. Além disso, o que acontece com as mulheres, com os indígenas e com os negros não deve ser tratado como mimimi. Estamos morrendo todos os dias e não vemos nenhuma ação efetiva para pôr fim a esta situação, que inclui, inclusive, lista de pessoas que podem ser molestadas, como fosse normal”, lamentou. “Por isso, precisamos tomar atitudes contra esta lista de mulheres estupráveis” concluiu a parlamentar.

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Fonte: ALMT – MT

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