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Diego cita risco de morte e aciona Nova Rota para consertar falha

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) afirmou , nesta quarta-feira (12), por meio de suas redes sociais, que uma falha estrutural de uma passarela na rodovia BR-163, em Sinop, gerava risco de morte a estudantes municipais.
Essa passarela é responsável por conduzir crianças a uma escola municipal de Sinop sem que atravessem o tráfego veicular. Ela, entretanto, estava com defeitos que prejudicavam a segurança da passagem.
Diego, então, entrou em contato com o presidente da concessionária Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa, para viabilizar o conserto. Ele classificou como um absurdo a falta de assistência.
“As crianças estavam correndo risco de morte, porque [a falha] estava gerando risco aos estudantes que atravessavam todos os dias a BR-163 para ir a uma escola municipal”, disse.
“O vice-prefeito, Paulo Abreu [Republicanos], e os vereadores Sandra Donato [Republicanos], Célio Garcia [MDB] e Moisés do Jardim do Ouro [PL] disseram que esse problema precisava ser resolvido. É um absurdo e é a Nova Rota que administra isso. Recebi a reclamação, fui à escola e conversei com o Luciano Uchoa, que administra a concessão”, contou.
Conforme o deputado, a Nova Rota do Oeste consertou a falha na passarela. Diego, inclusive, rebateu comentários feitos em suas redes sociais o acusando de se aproveitar da carência estrutural para realizar ações politiqueiras. Ele relatou receber demandas de Sinop desde 2023, quando assumiu o mandato, e citou as emendas que destinou.
“Ele [Luciano Uchoa] me mandou as imagens [do conserto]. Isso não é ação politiqueira, é necessidade. As crianças estavam correndo risco e as pessoas precisam atravessar a BR-163. Conversei com ele e o conserto da passarela está sendo feito”, apontou.
“Quero que os vereadores e o vice-prefeito acompanhem esta obra até o final para que ela fique 100% pronta e segura para aqueles que precisam trafegar. Muita gente pode falar de ação politiqueira, mas temos ação prestada por Sinop em todos os anos do nosso mandato. São mais de R$ 2 milhões em emenda e continuamos trabalhando. Vamos deixar os outros falando, mas eles não apresentam resultado”, completou.

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Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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