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Deputados recebem visita do embaixador da Ucrânia no Brasil

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Os deputados estaduais de Mato Grosso receberam a visita nesta quarta-feira (22), em plenário, do embaixador da Ucrânia no Brasil, Andrii Melnyk. Pela Casa de Leis, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), que presidiu a sessão ordinária, designou o deputado Júlio Campos (União), para dar boas-vindas ao visitante. Júlio Campos destacou a parceria já existente entre o Estado de Mato Grosso e a Ucrânia.

Segundo o parlamentar, Mato Grosso é o estado que mais importa fertilizantes da Ucrânia. “Temos uma relação comercial muito grande, como ocorre com o Brasil e a Ucrânia”, disse o parlamentar que agradeceu a visita do embaixador e afirmou que o Estado está preparado cada vez mais para se relacionar com a Ucrânia. Júlio Campos se solidarizou com a Ucrânia, que vive momento de guerra com a Rússia. “Nossa solidariedade à agressão brutal que a Ucrânia vem sofrendo por parte da Rússia”, destacou o deputado.

O embaixador da Ucrânia no Brasil, Andrii Melnyk, ao discursar na tribuna, falou das relações comerciais do Estado de Mato Grosso com a Ucrânia, disse que a expectativa é aumentar a parceria já existente, inclusive com visitas dos deputados ao seu país e afirmou que “mesmo com a guerra” a Ucrânia continua sendo o maior país produtor da Europa. Por fim, falou da possibilidade de implantar um consolado da Ucrânia em Cuiabá.

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“Sou o primeiro embaixador da Ucrânia a visitar Mato Grosso. E é um grande prazer ter essa oportunidade. Quero agradecer as palavras de solidariedade ao povo ucraniano. Temos tido muito sofrimento ao longo dos últimos três anos”, disse. “Quero convidar aqui os membros desta Casa a visitar a Ucrânia. Meu objetivo é começar aqui o estabelecimento de uma parceria maior entre Mato Grosso e a Ucrânia, desse estado que é líder em produção”, destacou o embaixador.

Apesar da guerra com a Rússia, o embaixador lembrou que a Ucrânia é o maior país produtor da Europa. “Mesmo com a questão da guerra continuamos sendo o maior país produtor da Europa. Me comprometo com esta casa a compartilhar com vocês visitas a Ucrânia. Agradeço a participação e presença nesta Casa. Poderíamos ter um consulado aqui em Cuiabá para mostrar a parceria do Estado com a Ucrânia”, completou Andrii Melnyk.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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