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Deputado Fabinho propõe fim do limite de idade em concursos da Polícia Civil de MT

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O deputado Fábio Tardin (PSB), o Fabinho, apresentou, nesta quarta-feira (20), durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), um projeto de lei que propõe a alteração da Lei nº 155/2004, com o objetivo de ampliar o acesso aos concursos da Polícia Civil no estado. A proposta elimina o limite máximo de idade atualmente estabelecido em 45 anos, mantendo apenas a exigência da idade mínima de 21 anos para inscrição nos certames.

Segundo o parlamentar, a restrição é injusta. “A Constituição já proíbe qualquer tipo de discriminação etária para o ingresso em cargos públicos. Além disso, na Polícia Civil existem testes físicos, médicos e psicológicos que asseguram a seleção apenas de quem está realmente apto”, argumentou.

Fabinho ressaltou ainda que diversos estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Ceará, já aboliram esse limite, priorizando a capacidade do candidato em vez da idade. “Mato Grosso precisa adotar o mesmo caminho”, defendeu.

A proposta busca ampliar a competitividade nos certames, privilegiar a seleção por mérito e permitir que profissionais com experiência em áreas estratégicas, como Direito, perícia, gestão de crises e investigação, ingressem na instituição, enriquecendo a Polícia Civil com diferentes perfis e qualificações.

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“Manter essa barreira significa fechar as portas para pessoas que poderiam contribuir muito com a segurança pública, trazendo vivência profissional e pessoal em setores como inteligência, investigação e tantas outras frentes”, concluiu o deputado.

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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