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Deputado Botelho apresenta balanço das atividades legislativas de 2025

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Durante a sessão plenária desta quarta-feira (17), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Eduardo Botelho (União) utilizou a tribuna para apresentar o balanço do seu trabalho legislativo, destacando 2025 como um dos anos mais produtivos de sua trajetória parlamentar.

Botelho ressaltou que, após deixar a Presidência da Assembleia, passou a se dedicar integralmente à atuação como deputado estadual, o que proporcionou maior proximidade com as bases e com as demandas da população. “Foi o ano em que mais apresentei projetos de lei e indicações. Essa experiência fora da Mesa Diretora tem sido muito enriquecedora, pois consigo ouvir mais a população e atuar diretamente nas necessidades reais do nosso Estado”, afirmou.

Somente em 2025, o parlamentar apresentou 512 indicações, contemplando todos os municípios de Mato Grosso, além de 52 projetos de lei, 18 projetos de resolução e 17 requerimentos. Ao longo do ano, também foram entregues mais de 2.020 moções de aplausos, 12 moções de louvor e 28 moções de pesar, reconhecendo trajetórias, valorizando lideranças e prestando homenagens.

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Em sua trajetória na ALMT, Eduardo Botelho acumula 199 leis ordinárias sancionadas, oito emendas constitucionais, quatro leis complementares e 286 resoluções aprovadas, sempre pautadas pelo diálogo, técnica legislativa e respeito às instituições.

Botelho também relembrou sua trajetória dentro da Assembleia Legislativa desde que assumiu o mandato, destacando que somente agora vive, de fato, a experiência plena de atuação parlamentar fora da Mesa Diretora. Ele explicou que, ao assumir como deputado em 2015, ocupou imediatamente o cargo de vice-presidente da Casa, ficando responsável pela condução de uma ampla reforma administrativa, o que o manteve focado nas atividades internas do Parlamento. Na sequência, presidiu a Assembleia Legislativa no biênio 2017–2019, sendo reeleito para mais dois mandatos consecutivos à frente da Mesa Diretora.

Segundo o parlamentar, a atual fase representa um momento diferente e positivo da sua carreira política. “Agora, fora da Mesa Diretora, consigo estar mais próximo das minhas bases, ouvir mais a população e me dedicar integralmente ao trabalho legislativo. Foi, sem dúvida, o ano em que mais apresentei projetos de lei e indicações ao longo da minha trajetória nesta Casa”, afirmou.

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O deputado também destacou sua atuação como presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), considerada a mais importante da Casa. Segundo ele, a função tem ampliado sua visão sobre a estrutura administrativa do Estado e permitido garantir segurança jurídica às matérias analisadas. “Na CCJR, conseguimos olhar para a administração pública e atender às necessidades da população por meio de pareceres responsáveis, assegurando os direitos do cidadão”, pontuou.

Ao encerrar seu pronunciamento, Botelho reafirmou o compromisso com a agricultura familiar, os idosos, as crianças e o fortalecimento dos Poderes, reforçando que o mandato segue pautado pela responsabilidade, inclusão social e desenvolvimento de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta e Gisela intensificam mobilizações e miram força eleitoral da Baixada Cuiabana

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A campanha de Otaviano Pivetta (Republicanos) e Gisela Simona (União) entrou em uma nova etapa de mobilização na Baixada Cuiabana, com os dois candidatos intensificando a presença conjunta ou em ações concomitantes em toda região. Alternando caminhadas, bandeiraços e adesivaços com reuniões e conversas com lideranças políticas e comunitárias.

Um movimento mais forte nesta reta final de ampliar a aproximação com Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e outras cidades vizinhas onde estão concentrados os maiores colégios eleitorais e onde a disputa pelo voto costuma ser marcada pela forte presença das lideranças municipais e representantes de bairros. Desta forma, ampliando o diálogo político.

Aliás, é justamente nesse território que Gisela vem ampliando sua presença, agora não só como uma liderança política da capital, mas como candidata a vice-governadora e integrante de uma chapa que precisa apresentar uma visão de Estado para além dos limites de cada município.

E, claro, a presença com Pivetta ajuda a dar outra dimensão à disputa, pois o governador carrega uma trajetória fortemente associada à gestão pública, aos investimentos e à articulação com o interior. Enquanto Gisela chega à chapa trazendo uma experiência construída na defesa do consumidor, nas políticas para mulheres, no serviço público e, mais recentemente, no Congresso Nacional.

Assim, a campanha ganha complementaridade entre dois grandes perfis que precisam redimensionar demandas que precisam ser incorporadas a uma nova agenda de governo. Para que a escuta não termine no palanque, mas ajude a organizar prioridades para uma eventual segunda gestão.

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Para Gisela, campanha também é momento de ouvir. “Quando caminhamos pelas ruas, conversamos com as pessoas e nos reunimos com as lideranças, conseguimos enxergar aquilo que muitas vezes não aparece nas estatísticas. É essa escuta que nos permite compreender as diferenças entre os municípios e pensar políticas públicas que façam sentido para quem vive em cada região”.

A candidata tem aproveitado a agenda de mobilização para ampliar também a discussão sobre temas que deverão ocupar espaço na campanha majoritária. Em entrevistas recentes, a segurança pública apareceu entre as questões mais abordadas por Gisela, especialmente diante do avanço das facções criminosas e da necessidade de fortalecer a capacidade do Estado de enfrentar organizações cada vez mais estruturadas.

Ao defender os investimentos realizados pela atual gestão, Gisela destacou a modernização das forças de segurança, a aquisição de equipamentos, armamentos, viaturas e tecnologias e o fortalecimento do trabalho de inteligência. Também citou as recentes convocações para a Polícia Militar. Em maio, foram autorizadas 430 convocações, sendo 400 soldados e 30 oficiais. Em julho, outros 220 soldados aprovados no concurso foram chamados, zerando a fila de soldados daquele certame.

“Reconhecemos a legitimidade das reivindicações relacionadas à defasagem do efetivo policial. Essa é uma questão que precisa ser avaliada considerando a necessidade de cada região e a capacidade financeira do Estado. Mas segurança pública hoje não se faz apenas com aumento de efetivo. É preciso investir em inteligência, tecnologia, integração das forças e capacidade de resposta ao crime organizado. E isto as forças de segurança do Estado têm feito”, afirma.

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A violência contra a mulher também permanece entre os temas levados por Gisela para as conversas durante a campanha. Ela defende a combinação de repressão, atendimento e prevenção, com ampliação da estrutura especializada e utilização de ferramentas digitais para garantir atendimento rápido às vítimas enquanto a rede presencial não consegue chegar a todas as regiões.

“Não podemos esperar a tragédia acontecer para depois agir. A prevenção precisa estar dentro da política pública, na educação, na informação, na rede de proteção e na capacidade de atendimento. Onde ainda não existe uma estrutura presencial funcionando 24 horas, precisamos utilizar as ferramentas que já temos para garantir que essa mulher não fique sem resposta”, afirma.

Assim, a maratona de Pivetta e Gisela têm mostrado que esta é uma relação que combina experiência de gestão com capacidade de diálogo. Onde o governador busca consolidar a confiança construída com os municípios e a candidata a vice amplia cada vez mais a sua presença justamente onde sua trajetória política e social pode produzir maior identificação.

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