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CST debate inteligência artificial na agricultura mato-grossense

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A Câmara Setorial Temática (CST) para promover levantamentos técnicos, estudos, pesquisas, análises sobre a ciência, inovação, tecnologia e sustentabilidade na agricultura (CTIS – Agro) discutiu hoje (07), a inteligência artificial e aprendizagem de máquina na agricultura.

A reunião desta segunda-feira foi coordenada remotamente pelo professor da Universidade Federal de Santa Maria-RS (UFSM), Adriano Arrué Melo, que teve o palestrante o professor David Rafael Quintão Rosa, de Belo Horizonte.

“Trata-se de um tema bastante inovador para a agricultura de Mato Grosso e também do Brasil. As plataformas de inteligência artificial têm como sensoriamento remoto acompanhado de digitalização a laser 3D. Elas podem fornecer dados de lavouras em milhares de hectares de terras agrícolas. Além disso, podem otimizar muito o tempo e os esforços monitorados pelos agricultores”, explicou Adriano Melo.

O professor David Rafael fez uma apresentação sobre o tema explicando a importância da inteligência artificial na agricultura. “São técnicas extremamente sofisticadas o emprego das máquinas na agricultura. Entendo que a inteligência artificial não é tão somente o aprendizado de máquina. Ela vai além dessas fronteiras, como por exemplo, sistemas de robótica e sistemas especialistas que muitas vezes vão concorrer diretamente com as máquinas”, disse ele.

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De acordo com o professor de Belo Horizonte, a agricultura é considerada um dos principais fatores para o crescimento da economia e fonte de emprego nos países em desenvolvimento como o Brasil.

“O setor agrícola contribui com 27,4% do PIB nacional, mostrando a sua importância e força comercial. Agora, com a inteligência artificial na agricultura as possibilidades de crescimento são ainda maiores”, aponta Rafael.

O professor entende que as atividades agrícolas são amplamente categorizadas em três áreas principais: pré-colheita, colheita e pós-colheita. “Dentro dessas categorias, o uso de aprendizado de máquina pode melhorar os ganhos de produtividade na agricultura. O aprendizado de máquina é a tecnologia atual que está beneficiando os agricultores na minimização das perdas na agricultura, fornecendo recomendações e insights ricos sobre as respectivas colheitas e culturas”, conta ele.

Para o relator da CST e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Ailton José Terezo, a Câmara pretende ouvir especialistas do Brasil sobre como essa nova tecnologia no nosso cotidiano pode ser empregada para melhorar as práticas de sustentabilidade na agricultura mato-grossense.

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“Foi muito importante a reunião de hoje, onde os especialistas mostraram como essas novas ferramentas processam dados e informações, e geram conhecimentos para melhorar as práticas de produção de alimentos em Mato Grosso”, falou Terezo.

Segundo o relator, essa CST vai desenvolver estudos técnicos para formatar um relatório final com o objetivo de propor políticas públicas para a sustentabilidade na produção agrícola do Estado.

“Após o término dessa Câmara Setorial, vamos realizar em Cuiabá um congresso internacional de sustentabilidade na agricultura em Mato Grosso, onde pretendemos ouvir os grandes especialistas internacionais nessa temática”, comentou Terezo.

“Outra proposta será identificar um cenário diagnosticando o status atual e, posteriormente, propor políticas públicas voltadas para a implantação de um Centro de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade na Agricultura, para que novas ações possam ser estimuladas a partir de leis”, complementou.

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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