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Comissão da Assembleia Legislativa aprova roteiros de visitas técnicas para junho

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A Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, nesta terça-feira (20), durante sua quarta reunião ordinária, um roteiro de visitas técnicas a regiões com potencial turístico e industrial no estado. Na mesma sessão, os parlamentares também aprovaram cinco projetos de lei com pareceres favoráveis dos relatores. As matérias seguem para votação em plenário.

A proposta de visitas técnicas foi apresentada pelo presidente da Comissão, deputado Chico Guarnieri (PRD). Segundo ele, o objetivo de identificar in loco as potencialidades econômicas, turísticas e industriais de cada região.

As vistorias devem começar no mês de junho (sem data definida). Segundo o deputado Guarnieri, a prioridade é construir um diagnóstico detalhado que contribua com políticas públicas voltadas ao desenvolvimento regional.

“Vamos rodar o estado de Mato Grosso por inteiro, escutando a população, empresários, gestores locais e conhecendo de perto as demandas e vocações econômicas de cada região”, destacou.

Segundo Guarnieri, a primeira etapa da agenda incluirá a região Noroeste do estado, com visitas a Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Campos de Júlio.

“Queremos ver de perto as iniciativas que estão dando certo e entender os desafios enfrentados pelas cadeias do turismo, comércio e indústria nessas localidades. Vamos trabalhar para impulsionar o desenvolvimento regional com base na escuta e na articulação com os atores locais”, afirmou.

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O deputado Júlio Campos (União) sugeriu à comissão a elaboração de um roteiro específico para a região do Araguaia, destacando o potencial turístico da cidade de Barra do Garças e da região de São Félix do Araguaia. Ele também propôs que a comissão participe de dois importantes eventos de ecoturismo do estado: o Festival de Pesca do Araguaia e o Festival Internacional de Pesca de Cáceres, este último considerado o maior evento do segmento em Mato Grosso.

“Essas regiões têm enorme potencial turístico que precisa ser valorizado e promovido. O turismo, aliado ao comércio e à indústria local, pode gerar emprego, renda e desenvolvimento sustentável para centenas de famílias”, enfatizou Júlio Campos.

Campos sugeriu ainda que a Comissão amplie o roteiro e faça vistas técnicas a outras regiões com forte potencial turístico, como o Vale do Rio Jauru e o polo de águas termais formado pelos municípios de Juscimeira, Jaciara, São Pedro da Cipa e Dom Aquino.

Júlio Campos reforçou ainda a importância de os deputados visitarem também a Baixada Cuiabana, com atenção especial a municípios como Nobres, Cuiabá e Chapada dos Guimarães.

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“Essas visitas não são apenas voltadas ao turismo. Não é só turismo, não. São uma oportunidade para identificarmos in loco as demandas por investimentos do governo estadual para fortalecer setores que geram emprego e renda. Uma fazenda gera cerca de dez empregos, um polo turístico pode gerar vinte ou trinta. Precisamos incentivar ainda mais esse segmento”, afirmou Campos.

Com a proposta aprovada por todos os integrantes na reunião de hoje, a comissão pretende articular as visitas com apoio de secretarias estaduais e municipais, buscando construir um diagnóstico amplo e propositivo para impulsionar o crescimento regional em Mato Grosso.

Projetos – Entre os projetos aprovados pela Comissão durante a reunião desta terça-feira (20), está o Projeto de Lei nº 243/2025, de autoria do deputado Thiago Silva (MDB). A proposta trata da promoção da acessibilidade no ecoturismo, garantindo condições adequadas de visitação e inclusão para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em áreas naturais do estado.

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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