"CABEÇA ERGUIDA"

Botelho finaliza gestão na ALMT destacando protagonismo durante a pandemia

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Ao deixar a presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Eduardo Botelho (União) expressou satisfação pelos avanços alcançados durante sua gestão. Ele destacou a superação de desafios significativos, como a pandemia e a recuperação fiscal do Estado, ressaltando o papel protagonista da ALMT nesses processos. Botelho enfatizou que sua administração tornou a Assembleia a mais transparente do país, permitindo-lhe encerrar o mandato de cabeça erguida.

“Nós deixamos [a presidência] de cabeça erguida, com dever cumprido, o parlamento evoluiu muito, fizemos nossa contribuição aqui nos momentos mais difíceis do estado nos últimos anos, que foi a recuperação fiscal (…), que foi a pandemia, que abalou o estado inteiro e a Assembleia Legislativa esteve à frente”, disse o deputado.

Em relação aos planos futuros, Botelho pretende continuar atuando na ALMT, participando das comissões e envolvendo-se mais profundamente na discussão de projetos. Ele afirmou que seguirá trabalhando em prol do desenvolvimento de Mato Grosso, colaborando com os demais deputados e mantendo o compromisso com a população do Estado.

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O parlamentar ficou de fora da nova composição da Mesa Diretora da AL porque, na época em que foram feitas as articulações, o foco dele eram as eleições municipais de Cuiabá.

A Mesa empossada hoje é composta por: Max Russi (presidente), Júlio Campos (1º vice-presidente), Gilberto Cattani (2º vice-presidente), Wilson Santos (3º vice-presidente), Dr. João (1º secretário), Paulo Araújo (2º secretário), Diego Guimarães (3° secretário), Elizeu Nascimento (4º secretário), Fábio Tardin (5º secretário) e Juca do Guaraná (6º secretário).

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TJ derruba lei sobre atletas trans e pré-candidata se posiciona em defesa das mulheres

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A advogada do agronegócio e pré-candidata ao Parlamento de Mato Grosso, Flaviane Bolsonaro, utilizou as redes sociais para se posicionar sobre a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que proibia a participação de atletas trans em equipes femininas de competições oficiais realizadas em Cuiabá.

A manifestação ocorreu após o Órgão Especial do TJMT derrubar, por unanimidade, a Lei Municipal nº 7.344/2025, proposta pelo vereador Rafael Ranalli e sancionada pelo prefeito Abilio Brunini. A norma estabelecia que o sexo biológico seria o único critério para definição das categorias esportivas femininas.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flaviane afirmou que a discussão não se restringe ao ambiente esportivo e envolve, segundo ela, a preservação de direitos conquistados historicamente pelas mulheres.

“Durante décadas, as mulheres lutaram pelo direito ao voto, ao trabalho, à voz e à participação na sociedade. Agora estamos diante de uma discussão que pode comprometer direitos que foram conquistados com muito esforço”, declarou.

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A pré-candidata, que tem construído sua atuação pública em pautas ligadas ao agronegócio, à família e à defesa dos direitos das mulheres, argumentou que a presença de atletas trans em modalidades femininas representa um tema que precisa ser debatido pela sociedade de forma ampla.

Segundo Flaviane, mulheres não podem deixar de participar das discussões relacionadas aos espaços femininos, seja no esporte, em ambientes públicos ou em políticas voltadas ao público feminino.

“Não se trata de retirar direitos de ninguém, mas de garantir que os direitos das mulheres também sejam preservados. Precisamos debater esse assunto com responsabilidade e sem medo de expor opiniões”, afirmou.

A advogada também convocou mulheres a se posicionarem sobre o tema e a participarem das discussões que envolvem políticas públicas direcionadas ao público feminino.

A decisão do TJMT reacendeu o debate em Mato Grosso sobre inclusão, direitos individuais e participação de atletas trans em competições esportivas. Enquanto setores ligados aos movimentos de diversidade comemoraram o entendimento da Corte, grupos conservadores e lideranças alinhadas à direita passaram a defender a criação de novos mecanismos para regulamentar a questão.

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Com a aproximação das eleições de 2026, o tema deve permanecer no centro dos debates políticos e eleitorais, especialmente entre pré-candidatos que têm adotado pautas ligadas à família, costumes e direitos das mulheres como bandeiras de campanha.

 

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