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Audiência pública em Vila Rica debate desafios para o desenvolvimento da região Araguaia

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O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o deputado estadual Dr. Eugênio de Paiva (PSB) e o prefeito de Vila Rica, João Salomão (PL), lideram uma audiência pública para debater os desafios para o desenvolvimento da região do Vale do Araguaia. O evento será realizado nesta sexta-feira (16), no Parque de Exposição de Vila Rica, a partir das 9 horas, com presença de diversas autoridades do setor produtivo, prefeitos, vereadores e outras lideranças políticas.

Os principais focos do debate são a busca de soluções para a logística, desafios tecnológicos para o avanço da produção e desenvolvimento do turismo, indústria e comércio da região Araguaia.

No tema logística, estão o asfaltamento de rodovias estaduais, da rodovia federal BR-158 e a influência na região da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO).

“O Araguaia está com muito investimento do Governo do Estado diante das demandas que temos feito. E muitas empresas estão se instalando na região, como na produção de etanol de milho. E outra questão importante é a FICO, a ferrovia que chegará à nossa região. Então, nós temos que preparar o setor público, a iniciativa privada e a população para esse momento de transformações, com debates como esse de Vila Rica”, afirmou Dr. Eugênio.

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A audiência pública faz parte do 8º Encontro Tecnológico de Produção, Logística e Comércio do Araguaia da Festa de Emancipação Político-Administrativa de Vila Rica (Fepavir 2025).

O evento contará ainda com a presença dos secretários estaduais de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka; de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, do diretor Executivo do Movimento Pró-Logística de Mato Grosso, Edeon Vaz Ferreira, do presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, e do diretor do Instituto Pensar Agropecuária, Nilson Leitão.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Valmir Moretto defende a prorrogação do Feef para garantir R$ 350 milhões à saúde de Mato Grosso

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.

Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.

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A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.

Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.

Fonte: ALMT – MT

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