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Audiência pública debate desafios da agricultura familiar e do acesso à água em Alta Floresta

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A deputada estadual Professora Graciele (PT) promove, nesta terça-feira (15), uma audiência pública com o tema “Água, Terra e Gente: Construindo o Futuro do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar”, em Alta Floresta (803 km de Cuiabá). A atividade acontece a partir das 18h, na Câmara Municipal, e reunirá agricultores, lideranças comunitárias, representantes de movimentos sociais e instituições públicas.

O objetivo é debater políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e à democratização do acesso à terra, com foco em justiça social e sustentabilidade no campo. No último ano, o município enfrentou graves problemas de abastecimento, chegando em estado crítico com a seca do Rio Taxidermista, um dos principais meios de acesso à água na região.

Diante deste cenário, o debate em torno do acesso aos recursos hídricos também entrará em pauta, sendo um importante espaço para debater propostas e soluções para a preservação da água e dos mananciais na região.

Segundo a parlamentar, a iniciativa faz parte de uma série de audiências organizadas pelo mandato para ampliar o diálogo com quem vive e produz nos territórios, valorizando o papel estratégico da agricultura familiar na segurança alimentar, geração de renda e desenvolvimento regional.

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“Estamos indo até os municípios para ouvir quem realmente entende do assunto. Quem vive no campo enfrenta na pele os desafios da produção, da falta de água, de apoio técnico e de acesso a políticas públicas. É a partir dessa escuta que queremos construir soluções reais e transformadoras, seja por meio do Legislativo Estadual ou do diálogo com outras instituições”, afirmou a deputada Professora Graciele.

A audiência é aberta ao público e deve contar com a presença de representantes de assentamentos, sindicatos, associações de produtores, órgãos de assistência técnica e extensão rural, além de gestores públicos. O encontro também será transmitido pela TV Assembleia (canal 30.1) e Rádio Assembleia (89,5 FM), a partir das 18h.

Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo defende redirecionar emendas para apoio a mulheres vítimas de violência

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(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (29), um substitutivo integral ao Projeto de Lei 1.470/2024, em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A nova redação prevê a destinação de emendas parlamentares para criação de casas de acolhimento e de um programa de capacitação profissionais para as mulheres vítimas de violência. Ao contrário da redação anterior, que previa destino de emendas a clubes de tiros, localizados em Mato Grosso, para aquisição de munições e alvos e alvos destinados a mulheres detentoras de porte ou posse de arma de fogo.

Segundo a deputada, Mato Grosso tem registrado a maior taxa proporcional de feminicídios no país. Ou seja, Mato Grosso é líder nesta modalidade. “Arma de fogo em casa é um perigo. Por isso, o seu uso jamais pode ser visto como opção para reverter essa situação. Ao contrário, o que precisamos é de políticas públicas, que previnam, acolham e mantenham vivas as mulheres. Mulheres vivas significam famílias vivas”, justificou.

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Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 42 casos de feminicídios em Mato Grosso, o que representa uma taxa de 2,5 casos a cada 100 mil habitantes – a maior do Brasil. Já no ano passado (2025), de acordo com os dados do Observatório Caliandra, divulgado pelo MPMT (Ministério Público de Mato Grosso), foram 52 casos. Entre as vítimas, sete possuíam medidas protetivas de urgência, ao contrário das outras 45, que, quando foram assassinadas, não possuíam nenhum tipo de proteção judicial.

Neste ano, com base nos dados registrados até 12 de abril, Mato Grosso registrou 13 casos. As principais causas destes crimes são término de relacionamento, ciúmes associados ao sentimento de posse e a total falta de respeito à condição feminina.

Fonte: ALMT – MT

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