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Aprovado projeto de Dr. João que estadualiza estrada entre Cáceres, Lambari D’Oeste e Barra do Bugres

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Os deputados aprovaram em primeira votação, na sessão plenária desta quarta-feira (13), o Projeto de Lei nº 310/2025, de autoria do deputado Dr. João (MDB) e coautoria do deputado Chico Guarnieri (PRD), que prevê a estadualização da estrada vicinal que interliga as rodovias MT-343, MT-247 e MT-246/339, atravessando os municípios de Cáceres, Lambari D’Oeste e Barra do Bugres.

O trecho de 123,44 quilômetros é considerado essencial para o escoamento da produção agropecuária, atendendo regiões com forte presença de lavouras, pecuária e potencial logístico para o Porto de Cáceres. Também atende linhas de transporte escolar, turismo rural e comunidades locais, que há anos reivindicam melhorias na infraestrutura da região.

“O objetivo é garantir que essa importante via seja integrada ao Sistema Viário Estadual, possibilitando investimentos permanentes em pavimentação, manutenção e segurança”, destacou Dr. João. “É uma luta dos moradores e produtores locais, e agora estamos mais próximos de concretizá-la.”

A proposta ainda precisa passar por segunda votação em plenário antes de ser encaminhada à sanção do governo.

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Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo defende redirecionar emendas para apoio a mulheres vítimas de violência

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(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (29), um substitutivo integral ao Projeto de Lei 1.470/2024, em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A nova redação prevê a destinação de emendas parlamentares para criação de casas de acolhimento e de um programa de capacitação profissionais para as mulheres vítimas de violência. Ao contrário da redação anterior, que previa destino de emendas a clubes de tiros, localizados em Mato Grosso, para aquisição de munições e alvos e alvos destinados a mulheres detentoras de porte ou posse de arma de fogo.

Segundo a deputada, Mato Grosso tem registrado a maior taxa proporcional de feminicídios no país. Ou seja, Mato Grosso é líder nesta modalidade. “Arma de fogo em casa é um perigo. Por isso, o seu uso jamais pode ser visto como opção para reverter essa situação. Ao contrário, o que precisamos é de políticas públicas, que previnam, acolham e mantenham vivas as mulheres. Mulheres vivas significam famílias vivas”, justificou.

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Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 42 casos de feminicídios em Mato Grosso, o que representa uma taxa de 2,5 casos a cada 100 mil habitantes – a maior do Brasil. Já no ano passado (2025), de acordo com os dados do Observatório Caliandra, divulgado pelo MPMT (Ministério Público de Mato Grosso), foram 52 casos. Entre as vítimas, sete possuíam medidas protetivas de urgência, ao contrário das outras 45, que, quando foram assassinadas, não possuíam nenhum tipo de proteção judicial.

Neste ano, com base nos dados registrados até 12 de abril, Mato Grosso registrou 13 casos. As principais causas destes crimes são término de relacionamento, ciúmes associados ao sentimento de posse e a total falta de respeito à condição feminina.

Fonte: ALMT – MT

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