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ALMT impulsiona qualificação de mulheres e amplia oportunidades de autonomia e renda

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Ampliar oportunidades de qualificação, emprego, renda e autonomia para as mulheres mato-grossenses é uma das frentes de atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Por meio de leis, programas de formação e ações institucionais, o Parlamento estadual tem buscado estimular políticas públicas voltadas à qualificação profissional feminina e à construção de novos caminhos de independência econômica.

Uma das iniciativas mais recentes é a Lei nº 13.231/2026, de autoria do deputado estadual Thiago Silva (MDB), que institui o Programa Qualificação Feminina no âmbito de Mato Grosso. A proposta prevê a criação de ações voltadas à capacitação profissional de mulheres em diferentes regiões do estado, com foco na geração de oportunidades de trabalho e renda.

Segundo o parlamentar, a iniciativa surgiu a partir da percepção de que investir em qualificação é uma das formas mais eficazes de promover inclusão social e desenvolvimento.

“Quando apresentamos este projeto, idealizamos que o Governo criasse um programa específico para amparar e qualificar as mulheres em todas as regiões de Mato Grosso. Sabemos da importância da capacitação e da qualificação, e esta lei tem o objetivo de fazer a diferença e garantir mais geração de emprego e renda nos municípios”, afirmou Thiago Silva.

A Assembleia também já conta com outra legislação em vigor voltada a esse tema. A Lei nº 10.580/2017, de autoria do deputado Eduardo Botelho (União), instituiu a Política Estadual de Qualificação Técnica e Profissional para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. A norma busca ampliar o acesso dessas mulheres a cursos e oportunidades de formação, contribuindo para que possam reconstruir a vida com mais autonomia.

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Palestra promovida pela Procuradoria Especial da Mulher.

Palestra promovida pela Procuradoria Especial da Mulher.

Foto: Ronaldo Mazza

Para o presidente da ALMT, deputado Max Russi (Pode), a qualificação profissional é uma ferramenta importante para ajudar muitas mulheres a romper ciclos de dependência financeira.

“A Assembleia tem procurado, de todas as formas, fazer a sua parte. Os deputados têm apresentado projetos de lei, muitos têm se tornado leis, além de promover debates e audiências. Temos a Procuradoria da Mulher muito atuante, que tem sido uma voz de apoio às mulheres, recebe denúncias diárias, toma providências e atua ao lado da defesa da mulher. Enfim, tudo aquilo que é possível nós temos feito. Agora, muitas vezes nos sentimos impotentes, porque não vemos avançar da forma que gostaríamos”, destacou.

Outra frente importante é o trabalho desenvolvido pela Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da ALMT. Embora não ofereça cursos diretamente, o órgão atua orientando e encaminhando mulheres para oportunidades de qualificação e emprego disponíveis na rede pública e em instituições parceiras.

A assistente social Elen Cardoso explica que muitas mulheres buscam a Procuradoria em situação de desemprego ou em trabalhos precários, muitas vezes associados a contextos de vulnerabilidade.

“Nós fazemos orientação e encaminhamento. Muitas mulheres chegam aqui sem saber que podem procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras), o Serviço Social da Indústria (Sesi) ou o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) para cursos e capacitações. Então explicamos as possibilidades e, quando necessário, fazemos o encaminhamento formal para que elas possam buscar essas oportunidades”, contou.

Segundo a assistente social, o fortalecimento da qualificação profissional também tem impacto direto na autonomia das mulheres atendidas. “Muitas permanecem em relacionamentos abusivos por conta da dependência financeira. Quando elas buscam qualificação ou emprego, começam a reconstruir a própria autonomia”, afirmou.

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Além da atuação legislativa, a própria Assembleia Legislativa também promove oportunidades de formação por meio da Escola do Legislativo, que oferece cursos gratuitos a servidores e à população.

Entre as novidades estão cursos pensados especialmente para o público feminino. Um deles é o curso de massoterapia neurológica, criado a partir da demanda identificada nas redes sociais da Escola do Legislativo. A formação foi estruturada para atender principalmente mulheres em situação de vulnerabilidade que buscam uma profissão e autonomia financeira. A primeira turma terá vagas limitadas para permitir acompanhamento mais próximo das alunas, mas a proposta é que o projeto tenha continuidade.

Além da formação teórica, as participantes também deverão realizar atividades práticas em instituições que necessitam do serviço, ampliando a experiência profissional. O período de matrícula será aberto nos próximos dias, no site https://www.al.mt.gov.br/institucional/escola-legislativo.

Outra iniciativa voltada ao público feminino é o curso Olhar Sistêmico – Constelação Familiar. A formação aborda temas relacionados ao autoconhecimento, às relações humanas e à gestão emocional. Os encontros ocorrerão ao longo de todo o ano e a expectativa é reunir uma turma maior devido à grande procura. As inscrições tiveram início em 27 de fevereiro e seguem até o dia 18 de março. As aulas serão realizadas às sextas-feiras, das 8h30 às 11h30, com a professora Sirlei Theis, totalizando carga horária de 260 horas.

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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