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Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas durante investigação de homicídio em Rondonópolis

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Uma mulher envolvida com tráfico de drogas foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (03.11), em investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá). 

Além da prisão da suspeita, de 22 anos, a ação resultou na apreensão de entorpecentes, apetrechos relacionados ao tráfico de drogas, objetos de origem ilícita, além de um veículo utilizado em um homicídio, ocorrido em outubro na cidade.

Durante investigações de homicídio que vitimou David Gilmour Cecílio, de 28 anos, no dia 21 de outubro, os policiais identificaram um veículo Chevrolet Onix utilizado no crime, assim como a pessoa responsável pelo carro. Com base nos levantamentos, os policiais iniciaram o trabalho de monitoramento no endereço, descobrindo se tratar de um ponto de vendas de entorpecentes. 

Ainda durante as diligências, foram recebidas informações de que um veículo chegaria à residência com grande quantidade de drogas. Em campana no local, os policiais visualizaram o momento em que o veículo VW Gol chegou à residência e que o portão foi aberto, ocasião em que realizaram a abordagem. 

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Ao perceber a presença dos policiais, o veículo VW Gol saiu em arrancada conseguindo fugir. Na residência de alto padrão, os investigadores encontraram o GM Onix, alvo da investigação, sendo encontrados em seu interior resquícios de entorpecentes.  

A mulher que estava na casa foi abordada e inicialmente se apresentou com nome falso aos policiais. Após ser verificada sua verdadeira identidade, também foi descoberto que ela estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Vara Única de Alto Taquari. 

Na residência, os investigadores encontraram porções de entorpecentes, entre maconha, cocaína, pasta base de cocaína, ecstasy, além de apetrechos relacionados a atividade do tráfico,  como duas balanças de precisão, faca com resquícios de drogas, papel plástico utilizado no embalo, objetos possivelmente de origem ilícita, como TV e aparelho de som e  R$ 999 em dinheiro. 

Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida à delegacia, onde após ser interrogada foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e uso de documento falso, além de serem tomadas as providências cabíveis para cumprimento do mandado de prisão em aberto.

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Fonte: PJC MT

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Vorcaro troca de advogado e prepara terceira tentativa de delação no caso Banco Master

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A possibilidade de uma nova delação premiada de Daniel Vorcaro voltou ao centro das discussões no caso envolvendo o Banco Master. O criminalista Daniel Bialski, que recentemente passou a integrar a defesa do banqueiro, já se reuniu com o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

A estratégia da nova defesa é tentar abrir uma terceira negociação de acordo de colaboração. As duas propostas apresentadas anteriormente, por outros advogados, não avançaram após serem rejeitadas pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Durante a conversa com Mendonça, Bialski teria sinalizado a intenção de apresentar uma nova proposta que possa ser considerada viável pelas autoridades responsáveis pelo caso.

A movimentação coloca novamente a possibilidade de colaboração premiada no radar das investigações. O ponto central, entretanto, será o conteúdo que Vorcaro poderá oferecer e se as informações apresentadas terão relevância suficiente para justificar um eventual acordo.

Terceira tentativa

A mudança na equipe de defesa ocorre depois de duas tentativas frustradas de negociação. Agora, Bialski avalia que ainda existe espaço para uma nova proposta, desde que o material apresentado atenda aos requisitos exigidos pelas autoridades.

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Uma eventual colaboração premiada depende de negociação com as instituições responsáveis e não é automaticamente aceita pela simples manifestação de interesse do investigado. Para avançar, o conteúdo oferecido precisa apresentar informações relevantes e úteis à investigação, além de atender aos requisitos legais.

A reunião com o relator do processo não significa, portanto, que exista acordo firmado ou que a delação tenha sido aceita.

O que está em jogo

O caso Banco Master está sob análise do STF e envolve uma investigação de grande repercussão no sistema financeiro brasileiro. A possível colaboração de Vorcaro poderia acrescentar informações aos elementos já reunidos pelas autoridades, caso uma proposta seja efetivamente apresentada e considerada válida.

Por enquanto, porém, não há acordo de delação homologado. A questão central para PF e PGR será avaliar se o banqueiro possui informações novas, relevantes e capazes de contribuir efetivamente para o esclarecimento dos fatos investigados.

A terceira tentativa de negociação agora depende dos próximos movimentos da defesa e da avaliação das autoridades. Caso uma nova proposta seja formalizada, seu conteúdo poderá determinar se a estratégia terá um destino diferente das duas anteriores.

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