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Polícia Civil participa de ação para identificar pessoas em situação de vulnerabilidade em Barra do Garças

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A Polícia Civil do município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), em parceria com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Secretaria Municipal de Ação Social, realizaram um trabalho de identificação das pessoas andarilhas que encontram-se em situação de vulnerabilidade na cidade.

A ação de serviço social e preventivo faz parte do trabalho “Força Tarefa regional 155”, da Delegacia Especializada do Adolescente (Dea) e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), bem como sua realização contribui para qualificar e identificar parentes dessas pessoas que vivem de forma vulnerável na região.

Após as coletas, checagens e identificações, a Prefeitura do Município de Barra do Garças dará sequência ao trabalho aplicando ações e encaminhamentos necessários para equalizar a situação dos andarilhos que perambulam pelas ruas da cidade.

Conforme o delegado regional de Barra do Garças, Wilyney Santana Borges, essas pessoas sobrevivem com o mínimo que recebem, seja prestando serviço de vigilante de veículos, ou pedindo esmola mesmo. Para ele, independente dos motivos que fomentam esses cidadãos a viverem como andarilhos, a sociedade em geral tem como papel fundamental prestar atenção, disponibilizando assistência social e cidadania.

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“A Polícia Civil com suas atribuições legais investigar e reprimir delitos, continuará empenhada na identificação, localização e prisão de indivíduos envolvidos em crimes”, destacou Wilyney Santana Borges.

Fonte: PJC MT

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“Só vi depois”: nora recebe oração da sogra e confessa assassinato horas depois

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A mulher suspeita de matar a própria sogra em Confresa, a 1.057 quilômetros de Cuiabá, confessou o crime e afirmou que tomou a decisão com o objetivo de provocar sofrimento no marido e tentar manter o casamento.

Alessandra do Nascimento Gonçalves prestou depoimento durante a audiência de custódia realizada no domingo (23). A vítima, Maria Aparecida da Silva, tinha 53 anos, era ex-servidora pública e foi encontrada morta dentro da própria residência no sábado (22).

Segundo a decisão judicial, Alessandra relatou que recebeu uma oração enviada pela sogra por meio de um aplicativo de mensagens pouco antes do assassinato. Ela afirmou, porém, que só visualizou a mensagem depois de já ter cometido o crime.

O marido de Alessandra relatou às autoridades que mantinha uma boa relação com a esposa e que sua mãe também era próxima da nora, tratando-a como filha.

Na decisão, o juiz Nelson Luiz Pereira Júnior destacou a gravidade da suspeita de que a vítima teria sido utilizada como instrumento de manipulação emocional contra o próprio filho.

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A Polícia Civil foi acionada após vizinhos ouvirem pedidos de socorro vindos da residência de Maria Aparecida. Como o portão estava fechado e ninguém respondia aos chamados, os policiais precisaram entrar no imóvel pelo muro.

Alessandra posteriormente abriu o portão e informou que havia ocorrido uma tragédia envolvendo a sogra. Dentro da casa, Maria Aparecida foi encontrada morta, caída no chão e com grande quantidade de sangue ao redor.

Conforme informações policiais, a vítima apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente e tinha um fio de extensão elétrica enrolado no pescoço. Um pedaço de madeira com marcas de sangue também foi localizado e apreendido.

Após ser presa, Alessandra confessou o assassinato ao delegado Daniel Moura. Segundo o depoimento, ela afirmou que havia surtado e enfrentava problemas familiares.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica do homicídio e as circunstâncias que antecederam o crime.

Maria Aparecida era conhecida no município por ter trabalhado como servidora pública. Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e decretou luto oficial de três dias.

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