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Quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Polícia

PF prende investigado em operação contra tráfico internacional de cocaína entre Bolívia e Brasil

Homem é apontado como responsável por fazenda usada como ponto de apoio para aeronave que transportava drogas; investigação começou após apreensão de 511 kg de cocaína em MT

Redação Assembleia News2 min de leitura
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PF prende investigado em operação contra tráfico internacional de cocaína entre Bolívia e Brasil

A Polícia Federal cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por envolvimento em um esquema de transporte aéreo de cocaína entre a Bolívia e o Brasil. A prisão ocorreu na terça-feira (6), em Sinop, durante a segunda fase da Operação Mállku.

Segundo a PF, o investigado seria responsável por uma fazenda utilizada como ponto de apoio para a atividade investigada. Conforme as apurações, a propriedade era usada para pousos da aeronave empregada no transporte da droga.

A investigação começou em fevereiro deste ano, após a apreensão de aproximadamente 511 quilos de cocaína no município de Marcelândia, no norte de Mato Grosso. De acordo com a Polícia Federal, a aeronave que transportava a carga havia partido de uma região rural localizada no leste da Bolívia.

Investigação identificou estrutura logística

A partir das informações obtidas durante a apreensão e das diligências realizadas posteriormente, os investigadores avançaram na identificação de pessoas que fariam parte da estrutura utilizada para levar a droga ao território brasileiro.

De acordo com a PF, a logística investigada envolveria diferentes funções, desde o transporte aéreo até o suporte em propriedades rurais e pistas utilizadas pelas aeronaves.

A segunda fase da operação teve como alvo o responsável por uma dessas propriedades, apontado pela investigação como responsável pelo local utilizado como apoio às operações.

PF busca identificar outros envolvidos

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes do grupo investigado.

Entre os alvos da apuração estão possíveis financiadores, pilotos, operadores logísticos e pessoas responsáveis por disponibilizar propriedades rurais e pistas para pousos e decolagens das aeronaves.

A Polícia Federal informou que as diligências continuam para esclarecer a participação de cada investigado na cadeia de transporte e distribuição da droga.

A prisão preventiva e as demais medidas determinadas pela Justiça fazem parte da investigação e não representam, por si só, condenação definitiva dos envolvidos.

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