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Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Polícia

PF apura compartilhamento de imagens de abuso sexual infantojuvenil em Mato Grosso

Segunda fase da Operação Escudo Digital cumpriu mandado de busca em Pontes e Lacerda; investigação apura atividades que teriam ocorrido entre 2016 e 2025

Redação Assembleia News2 min de leitura
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PF apura compartilhamento de imagens de abuso sexual infantojuvenil em Mato Grosso

# PF investiga armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil em MT

Segunda fase da Operação Escudo Digital cumpriu mandado de busca em Pontes e Lacerda; investigação apura atividades que teriam ocorrido entre 2016 e 2025

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (27), a segunda fase da Operação Escudo Digital, para cumprir um mandado de busca e apreensão em Pontes e Lacerda, a cerca de 440 quilômetros de Cuiabá. A medida foi autorizada pela Justiça Federal em Cáceres e faz parte de uma investigação sobre armazenamento e compartilhamento de imagens de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes em ambiente digital.

De acordo com a Polícia Federal, os investigadores apuram indícios de que o suspeito teria adquirido e armazenado esse tipo de material entre 2016 e 2025. Também há registros de possível compartilhamento dos arquivos com outras pessoas, inclusive no exterior.

Investigação apura possível participação em abusos

A operação busca reunir elementos para esclarecer as circunstâncias dos fatos e identificar eventuais envolvidos na circulação do material.

Segunda fase da Operação Escudo Digital cumpriu mandado de busca em Pontes e Lacerda; investigação apura atividades que teriam ocorrido entre 2016 e 2025
Até a divulgação das informações, não havia confirmação de que o suspeito fosse o autor direto dos abusos. A investigação segue em andamento, e os fatos ainda deverão ser esclarecidos pelas autoridades.

Compartilhamento de imagens alimenta a violência contra crianças

A Polícia Federal alerta que o armazenamento e a disseminação de imagens de violência sexual contra crianças e adolescentes ampliam os danos às vítimas e contribuem para a continuidade da exploração. A circulação desse conteúdo também pode configurar crime, conforme as circunstâncias e a legislação aplicável.

A Operação Escudo Digital tem como foco aprofundar a apuração e reunir provas sobre a possível prática criminosa no ambiente virtual.

O investigado não deve ser considerado culpado antes da conclusão da investigação e de eventual julgamento pela Justiça.

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