- Helicóptero da PM que já transportou mais de 2 mil órgãos cai e mata tripulantes
A aeronave havia decolado na quinta-feira (8) para um voo de rechecagem anual de habilitação dos pilotos. Durante o trajeto, o helicóptero caiu na região entre Ipatinga e Santana do Paraíso.

A queda do helicóptero Pegasus 17, da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), provocou a morte de três militares e gerou comoção na corporação. A aeronave caiu entre Ipatinga e Santana do Paraíso, na região do Vale do Aço, e era utilizada, entre outras atividades, no transporte de órgãos para transplantes.
As vítimas foram identificadas como o tenente-coronel Silvestre e as tenentes Emília e Alice. Durante uma coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (9), o coronel Flávio Santiago se emocionou ao falar sobre a perda dos colegas e destacou a importância do trabalho desempenhado pelas equipes de aviação policial.
Segundo a PMMG, a atividade aérea da corporação já realizou mais de 2 mil transportes de órgãos, contribuindo para o atendimento de pacientes que dependem de transplantes. O trabalho integra as missões de apoio à segurança pública e às ações de saúde em Minas Gerais.
Ao lamentar as mortes, Santiago ressaltou a contribuição dos militares para salvar vidas. A perda dos três profissionais representa um impacto para a corporação, que também mobilizou equipes para oferecer acolhimento psicológico aos familiares.
Voo era destinado à rechecagem anual dos pilotos
A aeronave havia decolado na quinta-feira (8) para um voo de rechecagem anual de habilitação dos pilotos. Durante o trajeto, o helicóptero caiu na região entre Ipatinga e Santana do Paraíso.
As circunstâncias do acidente ainda são investigadas. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) conduz os trabalhos para identificar os fatores que contribuíram para a queda, com apoio de peritos da Polícia Civil e da Aeronáutica.
Até o momento, não há uma causa oficialmente confirmada para o acidente. A apuração deverá reunir informações técnicas e evidências que permitam esclarecer o que aconteceu.
Enquanto a investigação prossegue, a Polícia Militar de Minas Gerais lamenta a morte dos três tripulantes e presta apoio aos familiares. Os militares atuavam em missões que incluíam o transporte de órgãos e o suporte a operações de segurança pública, atividades que reforçam a relevância da aviação policial para o atendimento à população.