Ministério Público MT

MPMT participa de reunião do Grupo Nacional de Direitos Humanos

Publicado em

Com o objetivo de aprimorar a atuação ministerial na defesa dos direitos fundamentais de toda a coletividade, foi realizada a IV Reunião Ordinária do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH) do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais de Justiça dos Estados e da União (CNPG) de 2022, de 25 a 27 de outubro, em Brasília. O evento contou com a presença de membros do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o procurador de Justiça Alexandre de Matos Guedes, e os promotores de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, Nilton César Padovan e Henrique Schneider Neto. 

Realizado em parceria com o Ministério Público Militar (MPM) e o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), o evento nacional teve apoio do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp). Cerca de 200 integrantes dos Ministérios Públicos dos Estados e da União participaram do encontro que teve como tema “Agenda 2030: perspectivas e desafios para o Ministério Público brasileiro”. 

Leia Também:  Asfalto da Linha Norte volta a ser pauta de reunião

Nesta quinta-feira (27), as sete comissões permanentes que integram o GNDH (proteção à pessoa idosa e pessoa com deficiência, violência doméstica, meio ambiente, infância e juventude, direitos humanos em sentido estrito, saúde e educação) discutiram temas relevantes de direitos fundamentais para a sociedade, referentes às suas atribuições. No encerramento do evento, ocorreu a Reunião Plenária durante a qual foram apresentadas as deliberações e submetidos enunciados, notas técnicas e moções. 

(Com informações do Ministério Público Militar). 

Fonte: MP MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

MP consegue decisão para reativação imediata da Escola Estadual Denis Manerich

Published

on

A 3ª Promotoria de Justiça de Alto Araguaia (a 415 km de Cuiabá) obteve na Justiça uma decisão liminar que impede a desativação da Escola Estadual Denis Manerich de Oliveira, localizada em Alto Taquari. A decisão determina que o Estado de Mato Grosso suspenda imediatamente o ato administrativo que fechou a unidade, reativando-a em até 72 horas, com a garantia de matrícula para todos os interessados e o fornecimento de professores e servidores em número adequado. O curto prazo se deve à proximidade do início do ano letivo.

Atendendo a um pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a decisão também estabelece que seja promovido um amplo debate com a comunidade escolar, incluindo a participação do Conselho Municipal de Educação e outras entidades, para avaliar alternativas de manutenção da escola ou a realocação dos alunos em outra unidade de ensino. Além disso, no prazo de 30 dias, o Estado deverá apresentar estudos técnicos que comprovem que o fechamento da escola é realmente benéfico para os alunos nos aspectos logístico, psicológico, cultural, social e pedagógico. O descumprimento da decisão acarretará multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 300 mil.

Leia Também:  Comemoração alusiva ao Dia do Servidor será nesta quarta-feira (26)

Falta de justificativa levou MP a acionar a Justiça

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo promotor de Justiça Frederico César Batista Ribeiro após o recebimento de denúncias de mães preocupadas com o impacto do fechamento da escola para seus filhos. Um abaixo-assinado pedindo a permanência da unidade também foi apresentado ao MP. Ao questionar a Diretoria Regional de Educação (DRE) de Rondonópolis, a direção da escola e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a Promotoria não recebeu respostas convincentes sobre os motivos do encerramento das atividades da escola.

“Assim como a comunidade escolar não foi esclarecida sobre o motivo do fechamento da escola com melhor avaliação pedagógica, o Estado também não apresentou ao Ministério Público critérios técnicos ou estudos que embasassem essa decisão”, destacou o promotor.

Após colher depoimentos, o MP apurou que:

  • O fechamento da Escola Estadual Denis Manerich foi decidido de forma unilateral pelo Estado;
  • Não houve reunião prévia com os pais dos alunos para discutir a decisão;
  • A Escola Carlos Irrigaray Filho, indicada como alternativa, não possui estrutura adequada para receber todos os estudantes da Denis Manerich e da escola municipal;
  • Alunos com deficiência podem ser prejudicados, pois não há comprovação de que haverá atendimento especializado na nova unidade.
Leia Também:  Justiça recebe denúncia do Gaeco contra grupo por sonegação de ICMS

Com a decisão judicial, a comunidade escolar aguarda um posicionamento definitivo do Estado sobre o futuro da escola e de seus estudantes.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA