CRIME HEDIONDO

MPMT denuncia segurança de shopping por estupro de vulnerável

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A 27ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá denunciou, na última sexta-feira (10), o segurança de um shopping localizado em Cuiabá pelo crime de estupro de vulnerável. O caso ocorreu no dia 1º de janeiro, resultando na prisão em flagrante do suspeito logo após a denúncia feita pela família da vítima.

 

De acordo com o Ministério Público, o menino, que estava acompanhado da mãe e da avó na praça de alimentação do shopping, foi ao banheiro desacompanhado, momento em que o segurança o abordou. O suspeito teria levado a criança até uma escadaria, onde simulou uma revista policial, e, em seguida, conduziu o menor ao banheiro para pessoas com deficiência (PCD), onde cometeu o abuso.

 

Preocupada com a demora do neto, a avó foi ao banheiro procurar pela criança. Após muita insistência o menino retornou relatando o ocorrido para a mãe, que acionou imediatamente a Polícia Militar. Ao chegar ao serviço de atendimento ao cliente do shopping, a vítima reconheceu o segurança como autor do crime.

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O segurança foi detido ainda no local e encaminhado ao Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica de Cuiabá. Durante o interrogatório, ele negou as acusações, mas as imagens das câmeras de segurança e os depoimentos confirmaram o que foi relatado pela vítima.

 

Com a conclusão do inquérito policial, o segurança foi indiciado por estupro de vulnerável e permanece preso por decisão judicial. O caso tramita em segredo de Justiça.

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Ministério Público MT

MP consegue decisão para reativação imediata da Escola Estadual Denis Manerich

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A 3ª Promotoria de Justiça de Alto Araguaia (a 415 km de Cuiabá) obteve na Justiça uma decisão liminar que impede a desativação da Escola Estadual Denis Manerich de Oliveira, localizada em Alto Taquari. A decisão determina que o Estado de Mato Grosso suspenda imediatamente o ato administrativo que fechou a unidade, reativando-a em até 72 horas, com a garantia de matrícula para todos os interessados e o fornecimento de professores e servidores em número adequado. O curto prazo se deve à proximidade do início do ano letivo.

Atendendo a um pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a decisão também estabelece que seja promovido um amplo debate com a comunidade escolar, incluindo a participação do Conselho Municipal de Educação e outras entidades, para avaliar alternativas de manutenção da escola ou a realocação dos alunos em outra unidade de ensino. Além disso, no prazo de 30 dias, o Estado deverá apresentar estudos técnicos que comprovem que o fechamento da escola é realmente benéfico para os alunos nos aspectos logístico, psicológico, cultural, social e pedagógico. O descumprimento da decisão acarretará multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 300 mil.

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Falta de justificativa levou MP a acionar a Justiça

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo promotor de Justiça Frederico César Batista Ribeiro após o recebimento de denúncias de mães preocupadas com o impacto do fechamento da escola para seus filhos. Um abaixo-assinado pedindo a permanência da unidade também foi apresentado ao MP. Ao questionar a Diretoria Regional de Educação (DRE) de Rondonópolis, a direção da escola e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a Promotoria não recebeu respostas convincentes sobre os motivos do encerramento das atividades da escola.

“Assim como a comunidade escolar não foi esclarecida sobre o motivo do fechamento da escola com melhor avaliação pedagógica, o Estado também não apresentou ao Ministério Público critérios técnicos ou estudos que embasassem essa decisão”, destacou o promotor.

Após colher depoimentos, o MP apurou que:

  • O fechamento da Escola Estadual Denis Manerich foi decidido de forma unilateral pelo Estado;
  • Não houve reunião prévia com os pais dos alunos para discutir a decisão;
  • A Escola Carlos Irrigaray Filho, indicada como alternativa, não possui estrutura adequada para receber todos os estudantes da Denis Manerich e da escola municipal;
  • Alunos com deficiência podem ser prejudicados, pois não há comprovação de que haverá atendimento especializado na nova unidade.
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Com a decisão judicial, a comunidade escolar aguarda um posicionamento definitivo do Estado sobre o futuro da escola e de seus estudantes.

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