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Concurso sobre diversidade no Pantanal e Cerrado mobiliza estudantes

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A diversidade da vida no Pantanal e Cerrado mato-grossenses é tema do primeiro concurso de Conscientização para Conservação da Biodiversidade da Bacia Hidrográfica do Rio São Lourenço, também chamado de concurso “A Diversidade da Vida”. Podem participar estudantes de escolas públicas ou privadas dos municípios de Itiquira e Rondonópolis.

O objetivo, segundo o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, é promover a conscientização sobre a importância da biodiversidade no Cerrado-Pantanal e da educação ambiental voltada para a crise climática. “Os estudantes podem participar de duas formas: por meio do registro de imagens e sons, usando o aplicativo Inaturalist, ou por meio de desenho de uma observação de animal, planta ou fungo”.

As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de outubro pela internet. Todas as informações e orientações estão em um tutorial que pode ser acessado aqui. 

Três estudantes e três professores serão premiados com notebooks e Ipads. Os nomes serão divulgados no dia 7 de novembro, em uma solenidade no auditório da Prefeitura de Itiquira, às 18 horas. Também será sorteado um prêmio exclusivo entre todos os estudantes solidários, indicados pelos colegas no formulário de inscrição.

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O concurso “A Diversidade da Vida” é uma iniciativa da Promotoria de Justiça da Bacia Hidrográfica do São Lourenço e da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Itiquira, em parceria com as secretarias de Educação e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Itiquira.

Fonte: MP MT

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MP consegue decisão para reativação imediata da Escola Estadual Denis Manerich

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A 3ª Promotoria de Justiça de Alto Araguaia (a 415 km de Cuiabá) obteve na Justiça uma decisão liminar que impede a desativação da Escola Estadual Denis Manerich de Oliveira, localizada em Alto Taquari. A decisão determina que o Estado de Mato Grosso suspenda imediatamente o ato administrativo que fechou a unidade, reativando-a em até 72 horas, com a garantia de matrícula para todos os interessados e o fornecimento de professores e servidores em número adequado. O curto prazo se deve à proximidade do início do ano letivo.

Atendendo a um pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a decisão também estabelece que seja promovido um amplo debate com a comunidade escolar, incluindo a participação do Conselho Municipal de Educação e outras entidades, para avaliar alternativas de manutenção da escola ou a realocação dos alunos em outra unidade de ensino. Além disso, no prazo de 30 dias, o Estado deverá apresentar estudos técnicos que comprovem que o fechamento da escola é realmente benéfico para os alunos nos aspectos logístico, psicológico, cultural, social e pedagógico. O descumprimento da decisão acarretará multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 300 mil.

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Falta de justificativa levou MP a acionar a Justiça

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo promotor de Justiça Frederico César Batista Ribeiro após o recebimento de denúncias de mães preocupadas com o impacto do fechamento da escola para seus filhos. Um abaixo-assinado pedindo a permanência da unidade também foi apresentado ao MP. Ao questionar a Diretoria Regional de Educação (DRE) de Rondonópolis, a direção da escola e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a Promotoria não recebeu respostas convincentes sobre os motivos do encerramento das atividades da escola.

“Assim como a comunidade escolar não foi esclarecida sobre o motivo do fechamento da escola com melhor avaliação pedagógica, o Estado também não apresentou ao Ministério Público critérios técnicos ou estudos que embasassem essa decisão”, destacou o promotor.

Após colher depoimentos, o MP apurou que:

  • O fechamento da Escola Estadual Denis Manerich foi decidido de forma unilateral pelo Estado;
  • Não houve reunião prévia com os pais dos alunos para discutir a decisão;
  • A Escola Carlos Irrigaray Filho, indicada como alternativa, não possui estrutura adequada para receber todos os estudantes da Denis Manerich e da escola municipal;
  • Alunos com deficiência podem ser prejudicados, pois não há comprovação de que haverá atendimento especializado na nova unidade.
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Com a decisão judicial, a comunidade escolar aguarda um posicionamento definitivo do Estado sobre o futuro da escola e de seus estudantes.

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