Mato Grosso

Projetos aprovados pela Secel levam oficinas e ações culturais a Tangará da Serra

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Difusão da cultura indígena, capoeira e teatro são algumas das ações desenvolvidas neste mês de setembro em Tangará da Serra, por meio de projetos aprovados no Edital Viver Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Ao todo, a seleção pública destinou R$ 10 milhões para impulsionar a cultura de Mato Grosso, com aprovação de 266 projetos.

Um dos projetos é o intitulado “Povo Paresí: História e Vivências”, que busca apresentar a cultura indígena para estudantes de 10 escolas públicas do município, onde está localizada a Aldeia Formoso, da etnia Paresí.

“Este projeto de difusão da cultura indígena dos Paresí abrange os costumes, história, culinária e canções tradicionais. As palestras presenciais irão proporcionar uma experiência única aos alunos, permitindo que a comunidade escolar mergulhe na riqueza cultural dos Paresí e conheça melhor a realidade dos povos indígenas”, explica o palestrante Yuri Mayson, da etnia Paresí.

A ação ocorre entre os dias 18 e 22 de setembro e é realizada com foco no povo Paresí, que vive em aldeias da região de Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis e Sapezal.

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Também contemplado no Edital Viver Cultura, o projeto “Capoeira para todos” consiste em oficinas para 120 alunos de três escolas públicas de Tangará da Serra. As aulas começaram no dia 04 de setembro e seguem até novembro.

A atividade é realizada pela Associação Cultural de Capoeira (Capuerê) e será conduzida pelos mestres Urubu e Paraná, com aulas semanas para estudantes a partir de nove anos de idade. Ao final, os estudantes irão participar de um evento de troca de cordões, simbolizando a experiência nessa prática cultural.

O espetáculo infantil “O Decreto” leva o teatro para dentro de escolas, instituições sociais e espaços públicos de Tangará da Serra até o dia 15 de setembro. A história narra a decisão do Rei Tolo, que emite um decreto de alegria proibindo a tristeza no seu reino e imagina que somente isso tem o poder de resolver o sofrimento do povo. A peça é encenada pelo Coletivo Cultural Cadela Manca, em apresentações gratuitas.

“O Viver Cultura é um dos editais mais abrangentes da Secel, fomenta o setor cultural em diferentes áreas, manifestações e linguagens artísticas. É gratificante ver os projetos sendo finalizados, propiciando mais acesso à cultura para a população”, destaca o titular da Secel, Jefferson Neves.

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Ao todo, o Edital Viver Cultura selecionou 266 projetos de diferentes categorias, que englobam linguagens artísticas como música, teatro, dança, circo, artes visuais e artesanato. Além disso, contemplou práticas e vivências culturais, ações de formação, festivais, mostras, exposições e outros segmentos cultuais.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.

Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.

Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.

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Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.

Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.

As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.

Nome da operação

O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.

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Fonte: Governo MT – MT

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