Mato Grosso

Polícia Militar frustra tentativa de furto em agência bancária de Cuiabá

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Policiais militares da 6ª Companhia Independente e do 3º Batalhão prenderam, em flagrante, dois homens suspeitos de invasão e tentativa de furto a uma agência bancária, na madrugada desta quarta-feira (24.12), em Cuiabá. A dupla quebrou a vidraça do local e tentou levar uma televisão. Ambos suspeitos possuem diversas passagens criminais.

Por volta das 0h40, os policiais militares receberam informações sobre a ação criminosa na agência do Banco Safra, localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, mais conhecida como Avenida do CPA.

Rapidamente, as equipes se deslocaram ao local e flagraram um dos suspeitos sentado na frente da agência, enquanto o outro foi visto saindo carregando uma televisão de grande porte. Um dos envolvidos foi detido ainda na frente do local da ocorrência.

Já o homem que carregava o eletrodoméstico arremessou o aparelho ao chão e correu para uma região de mata. Os policiais militares reforçaram o policiamento, localizaram e abordaram o comparsa que tentou fugir.

O suspeito apresentava diversas lesões pelo corpo. À PM, ele alegou que teria sido de uma queda de bicicleta dias anteriores. O homem foi encaminhado à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Verdão, medicado e liberado. Os suspeitos possuem diversas passagens criminais por furto.

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Os homens foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência. A gerente do banco acompanhou a condução dos suspeitos e registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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