Mato Grosso

Polícia Civil deflagra ação de combate aos crimes de furto e receptação em Nova Xavantina

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A Polícia Civil realizou, nesta quinta-feira (5.2), uma ação voltada ao combate aos crimes de furto e receptação em Nova Xavantina. Um homem, de 20 anos, foi preso em flagrante pelo crime de receptação.

Durante as diligências, os policiais da Delegacia de Nova Xavantina recuperaram televisores, notebook e diversos outros objetos, os quais haviam sido subtraídos de três residências na cidade. Os bens foram devidamente identificados e restituídos às vítimas.

A ação é um desdobramento da Operação Fio da Meada, deflagrada com o objetivo de combater a criminalidade, especialmente os crimes relacionados ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.

De acordo com o delegado Flávio Leonardo, o tráfico de drogas frequentemente impulsiona a prática de outros delitos, em especial os crimes contra o patrimônio, sendo comum que objetos furtados sejam repassados a traficantes ou a terceiros.

“Mas é importante frisar que adquirir, guardar ou transportar produtos oriundos de furto ou roubo configura o crime de receptação, previsto em lei, podendo o responsável ser preso em flagrante delito enquanto estiver na posse do bem ilícito”, afirmou o delegado.

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Durante a ação nesta quinta-feira (5), dois suspeitos foram identificados e confessaram participação nos furtos investigados. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar outros envolvidos.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população, que pode contribuir com informações de forma anônima, auxiliando no combate à criminalidade e na recuperação de bens subtraídos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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