A 2ª edição da Operação Tolerância Zero – Motos em Várzea Grande fiscalizou 63 motociclistas e resultou na prisão de condutor por suspeita de adulteração, durante ação realizada nesta quarta-feira (25.3) no bairro Parque do Lago.
Conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) a operação expediu 61 Autos de Infração de Trânsito, sendo 19 por conduzir veículo sem possuir habilitação, 15 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado e um por se recusar a passar pelo teste de alcoolemia.
Do total de 63 motocicletas fiscalizadas, 30 foram autuadas e 26 removidas.
A Operação Tolerância Zero – Motos é uma ação da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) voltada a identificação de irregularidades cometidas por motociclistas com foco na redução de mortes de trânsito envolvendo motos.
A ação é realizada pelo GGI, com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), Corpo de Bombeiros, Politec, Departamento de Trânsito (Detran), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Guarda Municipal.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.
Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.
Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.
Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.
Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.
As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.
Nome da operação
O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.
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