Mato Grosso

Mostra Estadual da Seciteci recebe 210 trabalhos científicos inscritos por professores e alunos

Publicado em

A Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (MECTI) obteve 210 trabalhos científicos inscritos por professores e alunos, crescimento de 56,7% em relação a 2024, quando foram registrados 134 projetos.

Realizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), a MECTI vem aumentando o número de inscrições desde que foi iniciada em 2021. O evento está na XVII edição e é realizado em formato híbrido (on-line e presencial), contando com etapas classificatórias em cinco regiões de Mato Grosso e uma etapa estadual final, em Cuiabá.

“Esse aumento de inscrições é mérito da confiança de cada instituição pela dedicação da Seciteci neste projeto, fruto do esforço de professores e orientadores e do protagonismo dos nossos estudantes. Que este ano tenhamos muitas histórias de transformação pela ciência e tecnologia”, afirma o superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação da Secretaria.

Os trabalhos puderam ser inscritos até o dia 08/08/2025. Nas etapas regionais, para fins de apresentação, serão selecionados os primeiros 40 trabalhos inscritos para exposições presenciais. Os demais trabalhos inscritos serão avaliados no formato on-line, sem prejuízos na sua avaliação e participação.

Leia Também:  Polícia Militar apreende adolescente suspeito por tentativa de homicídio em Cáceres

Para a etapa estadual, serão classificados 18 trabalhos por cada regional totalizando 90 trabalhos, sendo o 1º e 2º colocado por Nível de Ensino (Fundamental, Médio e Médio/Técnico) e categoria, sendo elas Ciências, Engenharias e Economia Criativa.

A lista de apresentação para as regionais será divulgada em 15 de agosto, no site da Seciteci. A etapa classificatória será realizada entre os dias 18 e 22 de agosto, conforme o cronograma (Acesse Aqui).

No dia 29 de agosto, será divulgada a lista de classificados para a etapa estadual, que será realizada entre 22 e 24 de outubro, juntamente com a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), em Cuiabá.

A MECTI visa promover o pensamento criativo e desenvolvimento de ideias e soluções inovadoras para dinamizar as relações econômicas e superar as desigualdades regionais. Também contará com trabalhos inscritos na Mostra Estadual das Escolas Técnicas da Seciteci (MEET).

A Mostra Estadual e a SNCT são fruto de uma parceria da Seciteci com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Instituto Farmun.

Leia Também:  Bombeiros militares resgatam cobra jiboia nas proximidades de residência

A MECTI será realizada no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, com entrada gratuita e aberta ao público em geral. Os participantes concorrem a diversos prêmios que serão divulgados no site do evento.

*Com supervisão de Téo Meneses.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

Published

on

A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

Leia Também:  Secel realiza quinta etapa regional dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses em Sapezal

Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Leia Também:  Polícia Civil intensifica ações de combate ao desmatamento ilegal de madeira Itaúba em Comodoro

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA