Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam, na noite desta terça-feira (3.6), 40 quilos de pasta base de cocaína e prenderam um casal, em Cáceres (225km de Cuiabá), gerando um prejuízo de R$ 775 mil às facções criminosas.
De acordo com o Gefron, a apreensão ocorreu durante operação realizada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Exército Brasileiro no Posto da PRF, localizado na BR-070.
A equipe de operadores de fronteira abordou um Volkswagen Gol Branco com adesivo de transporte de substância infectante, e percebeu o forte odor de entorpecente no veículo. Ao iniciar a vistoria, os suspeitos confessaram que transportavam a droga no porta malas do automóvel.
Após o flagrante, os suspeitos, o veículo e a droga foram encaminhados para a Delegacia de Fronteira (Defron) de Cáceres, para autuação do flagrante por tráfico e continuidade das investigações.
Essa ação faz parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, uma força-tarefa permanente que integra órgãos como Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Ministério da Justiça, Exército Brasileiro, Polícia Federal e entre outros.
A sociedade pode contribuir com as ações do Gefron contra o tráfico de drogas e outros crimes por meio do disque-denúncia 08006461402 e o contato com a base da unidade, com WhatsApp e ligações, no número (65) 996687655.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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